Cartografia Escolar

A cartografia da sala de aula

Google Mapas – Maquete – Ouro Preto

.Dezembro de 2011. Janeiro de 2012 .Maio e  Junho 2012 – Eugênio Pacceli da Fonseca

Cartografia Escolar – fazendo maquete a partir do Google Mapas

Como fazer maquetes do lugares que visitamos com os alunos, a partir do Google imagens e depois de ensinar sobre curvas de nível. As fotos abaixo são do “produto final”. Leiam sobre o processo todo.

Acho importante cada um fazer a sua! (agosto 2012)

                                                         

Primeira coisa: a maquete é topográfica, para fins escolares. Não esperem maquete de casarões históricos ou coisa parecida. O Objetivo aqui é outro.

Segundo, vejam o que os alunos chineses estão fazendo nas fotos abaixo. Se eles podem, nossos alunos também podem, e podem mais! (um pouquinho de patriotada, mas tudo bem):

               

    No ano de 2012 o grupo de trabalho da Escola em que leciono pretende trabalhar o tema patrimônio histórico e natural. Dentre algumas atividades planejadas há a viagem à histórica cidade de Ouro Preto. Já pensando nisso, pretendo que os alunos façam maquetes do sítio topográfico da cidade aproveitando para ensinar os temas curvas de nível, escalas, interpretação de imagem, etc.

Essas abundantes chuvas que infelicitam Minas Gerais nesse início de ano (janeiro 2012), justificam a necessidade de que desde muito cedo as crianças estudem declividades, ocupação de encostas, erosão acelerada e assuntos correlatos. Tanto para entender os processos envolvidos na erosão natural, quanto pela necessidade de se tentar evitar a erosão antrópica. Lamentavelmente continuamos estudando pouco os mapas de escalas grandes – os mapas topográficos, cuja intensificação dos estudos, mesmo no ensino fundamental, é minha principal tese. Além do mais acho, e sempre o disse, que a Geografia Escolar tem abandonado os estudos dos elementos naturais do espaço e já acho até justo que se crie a matéria Geologia Escolar para ensinar às crianças o que a Geografia Escolar abandonou  (rochas, minerais, intemperismo,solos, movimentos do solo, erosão, evolução de encosta,  etc, etc.)

Vou encetar esforços desde já para conseguir material básico para a maquete.

Como o mundo mudou!  Há pouco tempo conseguir um mapa topográfico de um município era coisa difícil. O meio mais comum era ir até um escritório do IBGE e lá comprar o dito cujo. Fazia isso vez por outra e vez por outra o mapa não estava disponível (tinha que esperar nova edição, espera que podia ser de meses) e vez por outra o IBGE estava de greve. Hoje, Graças ao Bom Deus, há uma internet e um GOOGLE e vai ser a partir deles que vou conseguir o citado material.

Vou postar aos poucos os resultados de meus esforços.

1º passo: achei Ouro Preto no Google Mapas e na janela Mapas, cliquei em “Terreno”. Isso é simplesmente sensacional. Temos o mapa topográfico com as infalíveis curvas de nível de qualquer lugar do mundo com esse procedimento. Ou seja, só não trabalharemos com esse conteúdo e só não faremos maquete de onde queiramos, se não quisermos. A captura é através da tecla Print Screen do computador. Meu filho me falou dessa tecla e agora eu não a largo mais.

Tem professores que acham que eu sei muito de internet e de computadores. Na verdade não sei quase nada, meu filho é que me auxilia. Olha. Você tem uma página que quer copiar da internet (e/ou de seu computador sem internet mesmo, por exemplo, a cena de um jogo, etc) e ela por alguma razão não é copiável, utilizando apenas o “copiar para depois colar”. O que fazer então? É só clicar na tal tecla Print Screen que ela “captura” a imagem que está na tela. É como se a imagem da tela fosse fotografada.  Depois  é apenas abrir um processador de imagens (por exemplo o Paint, ou o PhotoFiltre) e colar essa imagem nele. Vou fazer isso com essa página para vocês verem:

Vejam só: apenas cliquei na tal tecla enquanto escrevia e a capturei. Depois colei no Paint.

Voltando, eis a página capturada do Google Mapas de Ouro Preto, através da tecla Print Screen SysRq:

.Notem que eu aproximei até as curvas de nível aparecerem da maneira que eu queria. Capturei essa área porque vamos andar com os alunos da praça da Rodoviária – Praça Tancredo Neves – até a Igreja do Pilar; dela até a Casa dos Contos, Depois para a Praça do Museu da Inconfidência que é a mesma do Museu da Ciência e da Técnica. Depois nos deslocaremos para a Praça Antônio Dias e finalmente para a Mina do Chico Rei. Estou decidindo qual maquete fazer. Acho que faremos a maquete do mapa acima mesmo. Para isso tenho que isolar ou destacar as curvas de nível. Essa é a tarefa mais difícil.

OBS: como disse acima a Rodoviária da cidade, atingida pelo deslizamento, fica na praça Tancredo Neves. Reparem que ela fica na base de uma serra, Serra de Ouro Preto (aliás, grande parte da Rua Padre Rolim acompanha essa base da serra).

2º Passo: destacar as curvas de nível. Num processador de fotos passei o mapa acima para tons de cinza e reforcei depois as curvas de nível. Vejam como ficou:

..

..Por enquanto (dia 20/12/2011) estou nisso. Vejam que isso é difícil para o aluno mais novo. As curvas no Google são bem apagadas, tem-se que ter paciência e experiência para segui-las. A partir desse mapa farei as pranchas, que distribuirei para os alunos. Vai dar trabalho também. Mas com método a coisa vai… Antes devo tentar limpar mais o mapa para trabalhar apenas com as curvas de nível

Minha outra preocupação, então, sem constituir novo passo pois ainda se trata de destacar as curvas de nível que consegui no Google Mapas, foi destacar um pouco mais, agora apagando os excessos…

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Tinha a preocupação aqui de eliminar  as sombras e outras manchas. Creio que ficou mais limpo sem ter ficado como eu queria. Acho que vou copiá-lo em folha fina. Outra alternativa que adotei em outras oportunidades, quando a sujeira era menor, foi apagar com a borracha do processador de imagem. Vou ver qual é a melhor solução (22/12/11).

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(28/12/2011)Vejam aí em baixo, o mapa de curvas de nível de Ouro Preto, conseguido através do Google Mapas.  Limpei com a borracha do meu processador de imagens (trabalho preferencialmente com o MGI, muito simples e amigável), coisa que levou um tempão (somando tudo, umas três horas).

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Vejam que deixei algo da escala logo aí acima. O Google Mapas informa que o segmento em verde e preto no canto inferior esquerdo do mapa corresponde a 500 metros. Eis a vantagem de trabalhar com escala gráfica. Ampliando e reduzindo um mapa mecanicamente, a escala é automaticamente ampliada ou reduzida, sem necessidade de novos cálculos. Deixei  em aberto algumas linhas da direita para fechá-las depois.

Obviamente temos de observar e manter em mente que as curvas estão equidistantes 20 metros. Incluiremos todas na nossa maquete? Vou fazer prancha de todas e depois considerarei as dificuldades para os alunos. Podemos fazer de 40 em 40 metros ou de 60 em 60…

Agora vou passar para as pranchas mas estou pensando em trabalhar com escala maior.

Primeira  prancha a ser impressa, colada no isopor e recortada: a BASE:

Quem me acompanha sabe que a base é o contorno do mapa.

Segunda prancha: elimina a área abaixo dos 1000 metros de altitude: 1000 metros

Imprime. Cola sobre o isopor. Recorte com agulha aquecida. Cole sobre a base.

Terceira prancha elimina toda área abaixo dos 1020 metros: 1020 metros


.O aluno mais ligado já vê que o vale do Ribeirão do Funil vai tomando forma. Imprima o desenho acima. Recorte. Cole no isopor. Recorte com agulha quente. Cole sobre a prancha anterior dos 1000 metros.

Quarta  prancha. Elimina-se toda área abaixo dos 1040 metros: curva de 1040 metros de altitude

.Faça o mesmo das outras pranchas e cole sobre a última.

.Quinta prancha. Elimina toda área abaixo dos 1060 metros: curva dos 1060 metros de altitude.

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Sexta prancha. Elimina toda área com altitude inferior a 1080 metros: Curvas de 1080 metros de altitude.

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Sétima prancha. Eliminar toda área com altitude inferior a 1100 metros. Curvas de 1100 metros de altitude.

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Oitava prancha. Elimina toda área abaixo dos 1120. Curvas de 1120 metros de altitude.

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Nona prancha. Elimina toda área de altitude inferior a 1140 metros. Curvas de 1140 metros de altitude.


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Décima prancha. Elimina toda área de altitude inferior a 1160 metros.

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Décima primeira prancha. Permanecem terrenos de altitudes superiores a 1180 metros (elimina-se o restante).

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Décima segunda prancha. Permanece apenas terrenos cujas altitudes ultrapassam os 1200 metros. Curva de 1200 metros. Vejam a triste coincidência: é a altitude da rodoviária (Praça Tancredo Neves) sobre a qual um deslisamento matou dois taxistas que lá esperavam passageiro – bem agora nas chuvas de verão (04/01/2012). Mais uma razão para que se estude os mapas topográficos com as crianças (declividade, erosão, etc).

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Décima terceira prancha. Ficam os terrenos de altitudes maiores que 1220 metros.

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Décima quarta prancha. Ficam os terrenos de altitudes superiores a 1240 metros.

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Décima quinta prancha. Ficam as altitudes superiores a 1260 metros.

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Décima sexta prancha (acima dos 1280 metros)

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Décima sétima. Permanecem apenas as áreas com altitudes superiores a 1300 metros:

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Décima oitava prancha. Altitudes superiores a 1320 metros.


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Tem gente incomodada com o fato de eu estar detalhando o caso ouropretano. Acham uma pretensão minha fazer isso, pensando que alguém vai querer copiar passo-a-passo essa maquete. Olha, gente. Disse que trabalharei isso nesse ano letivo que nem se iniciou. Sou mineiro, moro em BH e sempre levamos (eu e meus colegas) os 8º anos em trabalho de campo a Ouro Preto. Ou seja, estou guardando no blogue algo que usarei. Se ninguém mais for usar, paciência, estou fazendo material didático para eu mesmo. Só que dou toda liberdade para quem quiser usar o mesmo material tão trabalhoso de fazer. Imagino um professor muito animado fazendo uma maquete imensa com esse material e fico feliz. Eu certamente usarei, não para maquetes imensas, mas para maquetes pequeninas. Decidirei ainda outros detalhes, mas usarei. Quando eu ou você precisar é só mandar imprimir…

Agora, décima nona prancha – das altitudes superiores a 1340 metros.


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Vigésima prancha. Vou continuando: agora curvas de 1360 meaatros:

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Agora, vigésima primeira prancha, 1380 metros:

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Vigésima segunda prancha. Curvas de nível de 1400 metros de altitude:

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23ª Curvas de nível de 1420 metros de altitude:

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24ª prancha. 1440 metros de altitude:

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Por fim, última prancha (25ª) peça representando terreno com altitude superior a 1460 metros de altitude:

. Estou pronto agora para mandar imprimir as pranchas acima para distribuir para os grupos de alunos. Estou pronto mas não estou convicto de que fazer uma maquete do tamanho de um papel ofício de um terreno tão acidentado como o de Ouro Preto seja a melhor atividade a levar adiante.

Para imprimir copie as pranchas e cole num processador de imagens (usei o Paint) se ao imprimir faltar algum pedaço será necessário reduzir o tamanho no processador de imagens. E foi necessário. Ou seja, para imprimir copie uma por uma as pranchas acima; cole no Paint e configure a página para imprimir no próprio Paint. No meu caso eu: escolhi a orientação “paisagem” (folha A4); mantive as margens esquerda e direita em 19,1; a margem superior passei para 10 e a inferior para 5; desativei as duas centralizações e finalmente ajustei a escala para 85% do original. Estou fazendo isso prancha por prancha, de outra forma elas ficam em escalas diferentes e impossíveis de trabalhar juntas.

Se utilizar isopor, minha maquete terá uma escala vertical muito grande (mesmo usando placa de isopor fina, de 0,5 cm) e o sítio da cidade vai ficar parecendo mais acidentado do que é na realidade. A cidade vai parecer estar assentada na encosta de um “grande canyon” de tal forma que, se assim fosse, ninguém conseguiria ficar de pé por lá, só cabrito montês!

- Tenho, então, que  reduzir o exagero vertical. Isso pode ser feito aumentando a escala horizontal e/ou reduzindo a escala vertical.

#aumentar a escala horizontal:

-  não fazer maquete de toda a área mas sim escolher uma área menor para representar (por exemplo, restringir a maquete ao itinerário do trabalho de campo) e fazê-la do tamanho da mesma folha de papel citada acima. Ou seja, mantendo o tamanho do mapa e reduzindo o tamanho da área mapeada estamos aumentamos a escala horizontal do mapa.

-  podemos aumentar a escala horizontal simplesmente ampliando o mapa em uma copiadora e fazendo a maquete em partes. Pensando em dobrar a escala horizontal: posso passar a dividir a maquete do novo mapa ampliado em quatro “submaquetes” e cada grupo de alunos faz uma delas. Depois é juntar. Fica um trabalho coletivo. O trabalho de um grupo obrigatoriamente é continuado no trabalho de outro grupo.

# reduzir a escala vertical. Isso pode ser conseguido:

- usando papelão ou EVA no lugar de isopor de 0,5 cm (ou usando um isopor mais fino do que esse);

- ao invés de representar as altitudes de 20 em 20 metros (equidistância das curvas no mapa original)  representá-las apenas de 40 em 40 metros.

*

* Decidi (13/01/2012) experimentar  reduzir a escala vertical usando emborrachado (EVA) por ser material bem mais fino do que os 0,5 do isopor que usaria.

Estou recortando as peças no dito emborrachado de cor laranja e estou tendo muitas dificuldades, pois me acostumei com o isopor. Vou fotografar e postar aqui em breve.

Olha aí como está ficando (16/01/2012). Modéstia á parte está ficando bom! Só acho que tenho que simplificar, por exemplo, passar de curvas de 20 em 20 para a equidistância de 40 metros em isopor, isso reduziria o número de curvas à metade, porque está muito trabalhoso fazer de 20 em 20 e acho que os alunos terão muitas dificuldades com o EVA. O isopor é mais fácil de trabalhar…

.Vejam que faltam algumas curvas ainda. Em baixo com uma caneta como escala: é bem menor que um papel A4.

.

Terminei em 24/01/2012:

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Abaixo o mapinha que consegui explorando o Google Mapas e a Maquete feita por mim.

{Depois de longa preparação e muitas atividades, meus alunos, hoje, dia 18 de maio de 2012, levaram para casa as primeiras cinco pranchas para a confecção da maquete aqui desenvolvida!}{Marquei entrega das maquetes para o dia 15 de agosto, dando muito tempo para que todos façam. Amanhã, dia 25/06/2012 entregarei as pranchas 16, 17, 18, 19 e 20}.

CHEGOU O GRANDE DIA (16 DE AGOSTO- quinze foi feriado) E OS ALUNOS ENTREGARAM AS MAQUETES. A MAIORIA FICOU SIMPLESMENTE LINDA. MEUS ALUNOS ESTÃO DE PARABÉNS! VOU FOTOGRAFÁ-LAS E POSTAR AQUI!

Abaixo, outras fotos das maquetes dos alunos:

Sob a influência do Professor, muitos fizeram na cor laranja.

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Eu disse preferir que fizessem na cor verde escura. Mas deixei livre, pois o bairro da escola não é central e houve dificuldades de se encontrar o emborrachado.

..

Essa aluna deu um acabamento diferenciado à sua obra…

16 Respostas to “Google Mapas – Maquete – Ouro Preto”

  1. Aline R. Aires said

    Olá, sou estudante do curso de Geografia e fico super empolgada confeccionando esses materiais que o senhor disponibiliza. Para um trabalho na faculdade sobre placas tectônicas imprimi uma imagem da internet, cortei como um quebra-cabeças e colei em isopor. Levei para aula uma bacia com gel de cabelo simulando o magma da terra. E como é interessante ver que um trabalho simples, com recursos baratos pode mudar totalmente a visão de todos sobre determinados temas. O que seria mais um trabalho chato com apresentação de slides e muita enrolação, acabou sendo totalmente elucidativo e dinâmico.
    Para a captura de imagens sugiro ao senhor baixar um programa gratuito chamado Greenshot, com ele não é preciso colar em editores de imagens, é possivel recortar a imagem e fazer os ajustes necessários utilizando essa mesma tecla Print Screen.
    Acho fantástica a confeccção das curvas de nível que só fui saber que existiam na faculdade, pois nunca ouvir falar na escola. Mas também, só fui entendê-las depois de acessar o seu site.

    Obrigada,

    Aline.

    • mileumlivros said

      Olá, Aline. Saudações.
      Fico muito feliz em ser útil e fico mais feliz ainda em ter contato com uma estudante interessada, empolgada e inteligente. Continue assim. Muito obrigado pela sugestão. Prometo que tentarei utilizar o programa indicado. Vou fazer alguns treinos. Obrigado mesmo!
      À sua disposição.
      Felicidades em sua carreira.
      Tudo de bom.
      Abraço.
      Eugênio Pacceli da Fonseca.

  2. Giovanni Abrao said

    Oi Eugenio aqui e o Giovanni da setima serie C estava com duvida sobre a maquete que vc passou e agora ja sei mais ou menos o que fazer valeu

    • mileumlivros said

      Olá, Giovanni. Que prazer recebê-lo aqui no meu blog! Fique sabendo que esse blog já teve mais de 600 000 acessos e nenhum aluno ou professor do Pedro Guerra ainda o havia descoberto. Você foi o primeiro!
      Que bom que o blog ajudou em alguma coisa.
      Continue assim, curioso com as coisas da escola e procurando na internet coisas úteis para ajudá-lo nas tarefas.
      Parabéns.
      Um abraço e até a vista.
      Eugênio Pacceli da Fonseca

  3. Ana Paula said

    Olá Eugênio, que prazer em conhecê-lo!
    Sempre procurei atividades práticas para a aula de geografia. Até que enfim achei!!!
    Muito obrigada por dividi-las conosco.
    Um abraço fraterno!
    Ana Paula

  4. Angelo Miranda said

    Oi professor Eugênio, em primeiro lugar quero lhe parabenizar pelo excelente blog. Sou professor de Geografia num colégio da capital – SP e estou com muitas dúvidas sobre a confecção das maquetes topográficas. Gostaria de conversar contigo por e-mail. O senhor poderia informá-lo para mim?
    Desde já agradeço pela sua atenção e, por favor, não pare as suas postagens no blog, que são cada vez melhores. Parabéns pelo empenho, dedicação e por dividir a sua experiência e os seus materiais com todos nós.
    Um abraço,
    Angelo

    • mileumlivros said

      Olá, Ângelo. Saudações.
      Agradeço pelas palavras elogiosas e quero dizer que não parei, só estou sem tempo. Sei que você compreende: dou aulas em duas escolas públicas de Belo Horizonte e vez por outra o tempo fica curto com tantas tarefas que temos… Agora mesmo estou tentando melhorar para impressão o material que está na página “Cenários Geográficos” para aplicar nos estudos sobre a África que faço atualmente com meus alunos de oitavo ano.
      Meu e-mail é: eugeniofnsc@yahoo.com
      (sem o br!)
      Aguardo contato.
      Atenciosamente.
      Eugênio.

  5. Francisco said

    Vou tentar. Muito clara sua explicação. Muito obrigado

  6. Hemilly Kristiny said

    Olá Eugênio queria lhe pedir um molde do mapa do brasil em topografia
    Obrigada pela atenção.

  7. César said

    Parabéns pelo trabalho

  8. eae professor Eugênio aqui e o joão Pedro do 7c manhã desliguei meu jogo para ver o seu trabalho e muito bom

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