Cartografia Escolar

A cartografia da sala de aula

Cartografia Escolar – Maquete Geografia

por Eugênio Pacceli da Fonseca (estou me citando agora para atender a certos exigentes leitores – maio 2011; janeiro e junho de 2012)

. Veja o que os alunos chineses estão fazendo. Se eles podem nossos alunos também podem!

Maquetes podem ser muito utilizadas em aulas de Geografia. Abaixo tentamos mostrar como construir maquetes a partir de mapas com curvas de nível.

Algo que sempre interessou aos professores de geografia e aos seus alunos é a construção de maquetes em sala de aula.

Uma maquete com detalhes topográficos pode ser construída com certa facilidade a partir das cartas. Os detalhes aparecerão ou não dependendo da escala com que se trabalha. Na Faculdade pedi algumas vezes maquetes amplas e maquetes mais simples. Elas sempre ficaram corretas e bem bonitas. No Caraça (muito antigo e tradicional Internato em Minas Gerais, hoje museu e pousada) existe uma maquete muito interessante confeccionada em lâminas de madeira.

Os passos para a construção da maquete seriam:

- desenhar em folha fina o contorno geral;

-desenhar no mesmo tipo de folha toda curva de nível de menor altitude

-desenhar em folhas separadas cada uma das curvas de nível mapeadas

-cole cada uma dessas folhas sobre isopor de meio centímetro;

-recorte as curvas do isopor, usando agulha quente

-cole as peças (as curvas), montando o relevo: as curvas de maior altitude sobre as de menor, até o topo das montanhas mais altas;

- cobrir com papel “marchê” (papel toalha ou higiênico aplicados com pincel embebido de mistura cola branca-água) para facilitar a aplicação da massa, que eventualmente pode até ser desnecessária;

- a maquete pode ser feito em EVA, papelão ou outro material, o essencial é manter a equidistância e o mesma espessura do material para cada curva.

- calcular o exagero vertical como veremos a seguir.

Tento ilustrar abaixo: Crie uma paisagem da sua imaginação, abaixo criei uma colina em curvas de nível e vou fazer uma maquete com ela.

Agora copio as curvas: primeiro o contorno geral, que corresponde, aqui, à altitude mais baixa: os 200 metros: em seguida faço cópia da curva subsequente (210 metros); depois as curvas superiores, até a última curva.

Colo cada “peça” sobre o isopor ou papelão e recorto peça por peça. Em seguida é colar uma peça sobre a outra (fiz esta de papelão, a de baixo, de isopor):

Volto a insistir que para uma maquete mais realista deve-se eliminar os degraus da colina, suavizando suas vertentes, utilizando para isso papel imerso na mistura cola-água. Outros preferem deixar como mostrado acima.

Foi uma maquete simple, porém, as mais complicadas  seguem os mesmos princípios, apenas requerem tempo maior de dedicação e mais acuidade…

No segundo volume do livro além de detalhar os passos acima, apresento outros modelos de mapas para construção de maquetes. O mais interessante é partir para maquetes de grandes unidades como países e regiões (veja a página: Maquete a partir de mapa físico). Abaixo apresento mais um mapa para construção de maquete e a maquete respectiva. Faça a sua. Tome a liberdade de copiar o mapa, dou toda minha permissão…

Obviamente é melhor que o aluno faça a maquete por ele mesmo. Ensine-o com simplicidade (a colina acima, por exemplo) e depois parta para maquetes mais complexas. O mais difícil e trabalhoso é fazer e mandar que sua escola reproduza, folha por folha,  cada uma das curvas de nível, como mostrado abaixo. O resto se torna mais simples e prazeiroso. Com um mapa verdadeiro, o trabalho é muito maior, mas não impossível, e as maquetes ficam impressionantes. Com turmas de alunos mais velhos todo este trabalho fica por conta dos alunos.

Detalhando:

Copie as imagens para seu computador e as imprima. Recorte-as do papel; coloque-as sobre o isopor e recorte-as do isopor. Cole-as:

Esta primeira “prancha” é a base da maquete.

Esta segunda prancha representa toda a extensão do terreno mapeado acima do nível do mar:

Esta outra prancha representa toda extensão mapeada que tem altitude superior a 200 metros (jogue fora a área de altitude inferior):

Agora, prancha de altitudes superiores aos 400 metros, excluir altitudes inferiores ( e assim por diante…):

Agora é colar peça sobre peça…

Faça o acabamento com massa corrida ou com “papel marchê “, capriche nos rios e pronto, é utilizar das maneiras criativas que você sabe (invente as escalas, aumente o mapa original, faça exposições, etc)

Procurarei expor em outra página deste site, como faço no livro, a construção de maquetes de um estado do Brasil ou de um continente.

Veja  agora: tentei eliminar os degraus e suavizar as vertentes, colando papel marchê e depois passando massa corrida (massa de parede). Trabalhei na metade direita da maquete para permitir comparações. Agora é pintar.

maquete-massa-corrida-6

maquete-massa-4

Pintarei a metade em que passei massa corrida e mostrarei aqui. Aguardem.

Eis ai, a parte pintada da maquete. Pintei com guache e passei cola branca depois de seco, o que deu o brilho. Note que ficou uma mistura de paisagem reduzida e mapa físico (convenção das cores), o que não me agradou ao final. Uma maquete é uma minuatura do espaço verdadeiro, logo, deveria ter cores da paisagem real. Imagens de satélite e fotografias aéreas coloridas podem nos inspirar em relação as cores a serem usadas. Na maquete abaixo há uma transição irreal do verde para o marrom. Num mapa físico, tudo bem, mas em uma maquete deveria ter sido evitada… Vou tentar repintar e se ficar bom, mostro para vocês.

maquete-metade-metade

Tenho agora que desenhar os rios…

maquete-outro-angulo

.Projeto na Espanha: http://lavueltaalmundoenunblog.blogspot.com/2008/12/del-mapa-la-maqueta.html

.

EXAGERO VERTICAL EM MAQUETES

Fazer maquetes é muito interessante e tudo mais. Um aspecto que não pode ser deixado de lado, contudo, é a existência do exagero vertical em qualquer maquete que se construa, notadamente naquelas que representam continentes, países, estados ou regiões.

Os nossos alunos têm que saber o que acontece: se faço uma maquete de uma região a partir de um mapa de escala 1:4 000 000 obviamente a escala horizontal da maquete será a mesma.  Todavia, com a escalavertical ocorre diferente: a escala vertical dependerá do material que for usado para a  confecção da maquete. Suponha que a equidistância entre as curvas de nível desenhadas e utilizadas na maquete seja de 200 metros. Se eu uso, como é de minha preferência, placas de isopor de 0,5 cm para representar os níveis de altitude, terei o seguinte: 0.5 cm representa 200 metros, logo, um centímetro representa 400 metros. Então a escala vertical será de 1: 40 000   (Lembrar que 400 metros é igual a 40 000 centímetros).

Compare: escala horizontal             1:4 000 000

escala vertical                   1:40 000

Ora, vê-se que a escala vertical é muito maior que a horizontal. Daí o dito exagero vertical. No nosso exemplo o exagero será de:

4 000 000 /40 000  = 100

Exagero vertical igual a 100 vezes.

Se a escala vertical utilizada fosse igual à escala horizontal, não haveria exagero, em compensação não haveria maquete(!!!). Não existem placas de isopor ou folhas de papel finas o suficiente para representar a altitude de 200 metros na escala 1:4 000 000. Explique a seu aluno assim: se em  uma  escala  1:4 000 000 cada centímetro  corresponde  a 40 000 metros, então, 200 metros deveriam ser representados por 0,005 centímetros. Esta deverá ser a espessura da placa de isopor ou de papelão, ou seja, neste caso se a maquete fosse feita com papel de seda colado um sobre o outro estaríamos perto da realidade.

Maquetes sempre trazem exageros verticais. Nâo iludamos os alunos, o relevo do nosso estado ou do nosso país não é tão acidentado quanto as maquetes dão a entender. Se o aluno começar compreender isto, terá dado um grande passo no conhecimento do mundo através de instrumentos tão abstratos como mapas e maquetes…

150 Respostas to “Cartografia Escolar – Maquete Geografia”

  1. Alexandre Ferreira said

    Olá, estou precisando de orientação com relação a elaboração de perfil topográfico. Minha dúvida é com relação ao exagero vertical, qual é a regra ou fórmula aplicada para se calcular o exagero vertical para uma área representada em um mapa topográfico com escala 1.100.000 e sendo a equidistância das curvas de nível 50m. Conto com o apoio para tirar essa dúvida, pois, estou para desenvolver um projeto com alunos das séries finais do ensino fundamental, e a elaboração do perfil topográfico é um dos itens a ser executado.

    Atenciosamente;
    Alexandre Ferreira

    • mileumlivros said

      Olá Alexandre.
      Tudo depende se você quer um exagero grande ou pequeno. Você escolhe, tendo em vista os problemas envolvidos. Grande demais ele dá a entender que um lugar pouco acidentado é um verdadeiro Himalaia; já pequeno demais ele não deixa que se perceba as variações de altitude e um Himalaia vira uma linha reta…
      Na verdade não há uma fórmula. Há apenas métodos:
      Se a escala do seu mapa é de 1:100 000 e você quer um exagero de 20 vezes, basta dividir cem mil por vinte. Você deverá então utilizar a escala 1:5 000. Ou seja cada centímetro vertical de seu perfil valerá os 50 metros ( a escala horizontal, obviamente será a mesma do mapa…)
      Se o exagero pretendido é menor, por exemplo, de 10 vezes, divida os cem mil por dez e terá a escala vertical de 1:10 000 ( ou seja cada centímetro vertical de seu perfil desenhará 100 metros) e assim por diante…
      Na minha opinião o que muitos de nós e até mesmo os livros didáticos omitem é que perfis e maquetes têm escalas verticais. Elas têm que ser explicitadas aos alunos. Se um aluno, em um perfil, com os dados apresentados por você, escolher um centímetro para representar os 50 metros de variação de altitude. Se ele faz isto deve estar sabendo que está escolhendo uma escala vertical de 1cm equivalendo a 50 metros. Ou escala 1cm:50 metros, ou ainda (deixando tudo em centímetro)
      1:5 000. Logo, se a escala horizontal é de 1:100 000 e a vertical escolhida 1: 5 000, o exagero será de 100 000 : 5 000, ou seja, 20 vezes (como mostrado de maneira inversa antes…).
      O último método é mais empírico, tanto é que muitas vezes o aluno, ou quem vai desenhar o perfil, o adota sem ao menos pensar em escalas, apenas utiliza os centímetros de um papel milimetrado, escolhe o quanto cada centímetro valerá de altura e traça o perfil, se achar que ficou exagerado ou pouco visível escolhe outro valor. Facilitando inconscientemente o problema quase sempre escolhe a própria variação das curvas (no caso, os 50 metros).
      Não sei se fui, claro. Se a pressa me impediu de sê-lo. Poderemos voltar ao assunto caso queira.
      Um abraço geográfico. Eugênio P. Fonseca.

      • LERINHA said

        Olá,tudo bem!ainda não conseguir captar bem esse processo de escala vertical e como calcular o exagero para desenhar em papel milimetrado.Tenho alguns trabalhos para fazer e não conseguir,pois as orientações que eu tive os desenhos ficaram com menos de 1 cm,ficaram em milímetros.Por favor me oriente se puder me mande alguns exemplos.Obrigada.
        Lerinha

      • mileumlivros said

        Olá Lerinha. Saudações.
        Olha o cálculo do exagero depende tanto da sua escolha quanto da escala horizontal que é a do mapa (estou supondo que você deve estar querendo desenhar alguns perfis topográficos).
        Suponha que seu mapa tenha escala 1: 100 000. Suponha que as curvas de nível do seu mapa estejam de 50 em 50 metros. Alguém traça um corte e pede que você desenhe em papel milimetrado o perfil topográfico daquele corte.
        Aí começam suas escolhas: se você quer um exagero pequene aproxime a sua escala vertical (que você vai escolher) da escala horizontal do mapa (1:100 000). Caso queira um exagero maior, que é o que ocorre na maioria das vezes, não aproxime tanto. Você pode fazer empiricamente e depois calcular (imaginando que a pessoa que te pediu o desenho não tenha estabelecido o tamanho do exagero).
        Então vamos lá:
        Você pode escolher desenhar seu perfil usando cada centímetro do papel milimetrado para representar cada variação vertical de 50 metros (como a equidistância citada de 50 em 50). Assim a escala vertical seria: Um centímetro valendo 50 metros. Ou 1cm:50metros. Ou (deixando tudo em cm) 1:5000.
        Se a escala horizontal é 1:100 000 e a escala vertical é 1:5 000, então o exagero vertical é de 100 000/5 000 (cem mil dividido por cinco mil). Ou seja o exagero é de 20 vezes.

        Suponha que você tenha achado que ficou exagerado demais. Então você deve reduzir a escala vertical. Você escolhe, por exemplo, usar cada centimetro do papel milimetrado para desenhar não apenas 50 metros, mas sim 100 metros. Veja que você está reduzindo o tamanho do exagero; seu perfil não terá tanta altura. Agora seu exagero será: escala horizontal 1:100 000. Escala vertical 1:10 000. Exagero 100 000 / 10 000 (cem mil dividido por dez mil). Ou seja: 10 vezes.. Veja que seu perfil terá a metade da variação vertical que tinha no primeiro caso. O tamanho horizontal do perfil é claro permanece o mesmo. Não se esqueça que quando você passou a usar um centímetro para desenhar 100 metros e não mais 50 metros você reduziu a escala vertical (quanto maior o denominador de uma escala, menor ela é. 1:10 000 é uma escala muito menor que 1:5 000).
        Qualquer coisa escreva de novo. Não se acanhe.
        Um abraço.
        Eugênio

      • LERINHA said

        olá Eugênio,tudo bom!Desde já agradeço pela ajuda,vou te passar os dados dos 3 mapas que preciso(quero muito aprender esses cálculos.rsrsrs…)-1º-escala atual:1/1428000 equidistância 40m – 2º-1/133000 eq 40m – 3º-1/465000 eq 40m tenho que traçar os perfis topográficos no exagero de 2x,5x,10x de cada um deles.São mapas de escala 1/100000 mas fazendo o calculo atual ficaram com essas escalas.espero não ter sido confusa com a explicação.
        Atenciosamente:lerinha

      • mileumlivros said

        Olá Lerinha. Saudações.
        Agora sim temos dados concretos.
        Então vamos lá.
        Primeiro gostaria de saber se esse é apenas um exemplo teórico, ou você terá mesmo que desenhar perfis com esses dados. Digo isso porque a escala fornecida (1: 1 428 000) é muito pequena, ou seja, é comum em mapas de estados e é difícil arranjar um mapa topográfico com uma escala assim , ainda mais com curvas de nível mantendo equidistância de apenas 40 metros… Desenhar um perfil com exagero muito pequeno vai ser muito difícil pois um centímetro teria que representar metros demais de altura, que poucos lugares no mundo têm…
        Então: escala horizontal 1:1 428 000
        Um perfil que tenha apenas um exagero vertical de duas vezes deve ter a escala vertical que é a o dobro dessa, ou seja, 1:714 000 (não se esqueça quanto maior o denominador menor a escala)
        Como chegar a isso?
        1 428 000 / X = 2
        Logo,
        2X= 1 428 000
        X= 1 428 000 / 2
        X= 714 000
        1: 714 000
        Veja a dificuldade de um perfil assim. A sua escala vertical tem que ser assim: cada centímetro do papel milimetrado vai ter que significar 7 140 metros e eu duvido que o terreno mapeado atinja essas altitudes (a não ser que se trate do Himalaia). Meio centímetro desenhará 3 570 metros; cada milímetro representará 714 metros. Você vai ter que abrir mão de representar todas as curvas; por exemplo se a primeira curva fosse a do nível do mar de 0 metros, a segunda que você desenharia seria (usando meio centímetro vertical para isso) seria a de 3 570 metros! Mesmo se partisse para usar cada milímetro vertical, a segunda curva seria de 714 metros! Seu mapa tem altitude para isso?!? Conclusão o exagero de 2 vezes é muito pequeno, seu perfil, se não se referir a uma área muito montanhosa, vai ser uma linha reta!
        Vamos agora para o exagero de 5X. Fazendo do mesmo modo:
        5X= 1 428 000
        X= 1 428 000 / 5
        X= 285 600
        O exagero continua muito pequeno e a escala vertical de difícil desenho. Cada centímetro vai representar
        2856 metros. Cada milímetro vertical representará 285,6 metros.Se a equidistância é de 40 metros vai ter que desenhar de sete em sete curvas… Pelo menos é mais desenhável que o anterior.

        Para o exagero de 10 vezes já melhora um pouco:
        10 X= 1 428 000
        X= 1 428 000 / 10
        X= 142 800
        1:142 800
        Cada centímetro vertical no papel milimetrado vai representar 1428 metros. Cada milímetro desenhará 142,8 metros…

        A segunda escala (1:133 000) ajuda mais – sem ser ainda a ideal. Trata-se de uma escala muito maior, portanto o mapa pode mostrar mais detalhes de uma área e permite desenhos mais fáceis de perfis. Vejamos
        Escala horizontal 1:133 000
        Para um exagero de duas vezes a escala vertical tem que ser o dobro da horizontal, logo, escala vertical 1:66 500
        Cada centímetro vertical do nosso perfil ou maquete representará 665 metros; cada milímetro representaria 66,5 metros.
        Para um exagero de 5 vezes a escala vertical será (133000/5= 26600) 1:26 600, ou seja, cada centímetro vertical representará 266 metros de altura. Cada milímetro 26,6 metros.
        Para um exagero de 10 vezes (133000/10= 13300) escala 1: 13 300, ou seja, cada centímetro vertical do pefil representará 133 metros. Cada meio centímetro representara´66,5 metros. Acho que essa ficará sendo o melhor perfil…

        A terceira escala (1:465 000) deu uma piorada em relação à segunda: ficou maior que a primeira, porém menor que a segunda. Vejamos:
        Para uma exagero de duas vezes a escala vertical tem que ser o dobro da horizontal, logo, a escala vertical será 1:232500…Acho que você consegue terminar.
        Qualquer coisa me comunique.
        Um abraço.
        Eugênio.

      • LERINHA said

        Muito obrigada, Eugênio!E terei que desenhar mesmo esses perfis complicados,mas você me ajudou muito.Com certeza vou te incomodar muito ainda.rsrsrsrs…..
        Atenciosamente:Lerinha

      • LERINHA said

        Olá de novo,me mande informação como obter seus livros,ok!

      • mileumlivros said

        Lerinha, saudações.
        Basta seguir o que se disse na página inicial do blog, ou seja:

        Para adquirir os volumes faça um depósito em conta ou uma transferência bancária.
        Deposite o valor em uma das contas correntes abaixo (nominal à Eugênio Pacceli da Fonseca) e depois envie por e-mail, para o endereço mileumlivros@gmail.com, as informações referentes ao depósito: nome e endereço para o qual o livro deve ser enviado; número da agência e conta depositantes; data do depósito, número do depósito e número do cheque (se for o caso). Se preferir use a transferência bancária.

        Estes dados permitirão a confirmação do depósito e o envio do livro à pessoa e ao endereço corretos. O endereço deverá ser o mais completo possível, sem esquecer o CEP.
        Banco – agência / conta
        – Banco do Brasil 3297-2 / 13518-6
        – Itaú 5435 / 09668-9

        Mas não se sinta na obrigação de comprar nada, por favor!
        Estou às ordens.
        Um abraço.
        Eugênio P. Fonseca

      • LERINHA said

        Olá, Eugênio tudo bem!Não me sinto obrigada a comprar os livros,mas se as explicações do livro for igual as suas tenho certeza que são muito bons!rsrsrs

  2. Alexandre Ferreira said

    Olá Eugênio, obrigado pelas orientações com relação ao exagero vertical. Desejo saber quantos livros você já publicou e os dados referentes aos mesmos, como por exemplo: nome dos livros, valor, número de páginas, assuntos abordados e como faço para adquirilos. Ao visitar o site pela primeira vez,gostei da maneira como você explica os assuntos e a linguagem simples utilizada para explicar os mesmos com clareza.
    Parabéns;

    Alexandre Ferreira

  3. Bernardo said

    Muito boa a explicação sobre a escala vertical.
    Realmente muitos livros omitem essa questão!
    Muito bom!

  4. quel said

    muito bom!!! uhuuull

  5. moacira godoy said

    olá professor! muito boa a sua explicação.
    quero fazer uma maquete de uma cidade com duas serras enormes com muita erosão, córregos, rios.
    tenho um mapa na escala 1:25000
    minha dúvida é com relação a:

    escala: qual a melhor para a maquete disponho de uma base de compensado de 1X1,50m
    quanto de isopor, de massa corrida, de tinta
    como representar as erosoes
    muito obrigado

    • mileumlivros said

      Moacira, tudo bem?
      Invejo sua disposição. Imagino que você tenha em mãos um mapa do IBGE na escala citada, logo, um mapa de dimensões aproximadas de 56 cm por 53 cm. Se você não ampliar, nem reduzir o mapa, a primeira prancha, já representando as altitudes mais baixas, ficará do mesmo tamanho do mapa. Ou seja, você tem uma decisão: a maquete terá ou não a mesma escala horizontal do mapa. Se decidir que sim, que a maquete terá o mesmo tamanho horizontal do mapa, então, uma placa de isopor será suficente apenas para a primeira prancha e sobrará retalhos para altitudes superiores (os topos das serras…).
      O mapa que tenho em mãos aqui de mesma escala que o seu é o de Belo Horizonte e nele a equidistância das curvas de nível é de 10 metros. Você terá que decidir também: desenhará todas as curvas (ficará mais bonito exato)? Desenhará de 20 em 20 ou de 30 em 30? Quando fiz uma maquete do bairro onde se localiza minha escola aqui em BH, eliminei algumas curvas para simplificar meu trabalho e de meus alunos. Meu objetivo era mais modesto, as maquetes eram para mostrar a topografia de um pequeno bairro da nossa cidade…
      Escolhendo o tamanho(reduzirá ou não, ampliará ou não) e a equidistância das curvas para confeccionar a sua maquete, você definirá a quantidade de placas de isopor. Normalmente três ou quatro bastam (para uma maquete) correndo o risco de sobrar material.
      Acredito que o grande segredo de uma maquete é aplicar papel toalha ou higiênico com cola (à moda Arte Ataque que eu citei) sobre a maquete de isopor antes de passar a massa corrida. Não esqueça então de fazer isto. Ainda não demonstrei aqui neste blog porque me faltou tempo e sabedoria para fotografar esta etapa quando fiz a maquete que ilustra a página.
      Quanto à tinta é problema de pequena monta: potes de guache grandes dão e sobram.
      As erosões darão trabalho: desenhe o contorno das voçorocas nos papéis em que desenhar as curvas. O trabalho será grande porque os contornos das voçorocas começaram em uma altitude e passaram para outra. Você terá que desenhar as curvas em folhas finas: seda ou vegetal, para que possa nelas desenhar também os contornos das voçorocas.
      Quando tiver os contornos desenhados: para as voçorocas podemos inferir uma profundidade que alcance o nível da curva de menor altitude que ela atinja, assim elas terminarão neste nível e “roerão” os níveis superiores, como uma vertente íngreme, ou seja, é uma feição de relevo como outra qualquer, só que de origem antrópica. Se no mapa que você tem em mãos, as voçorocas já aparecerem, tudo fica mais fácil, mas eu estou duvidando que elas já apareçam no seu mapa.
      Espero estar ajudando. Voltarei ao assunto. Tenho que corrigir provas. Aguardo notícias da maquete. Volto em breve. Para facilitar vou criar uma página para te responder.
      Criei a página Maquete Com Erosão. Vou continuar este raciocínio na página citada, para melhor utilizar imagens. Até lá!

  6. danielle said

    MUITO LEGAL O LEGAL É QUE FIZERAM COM ISOPOR MAS QUE PENA QUE NÃO É O QUEE EU TÓ PROCURAMDO! =}

  7. Marcus said

    Parabéns pela iniciativa!! Muito bom e didático seu trabalho.

  8. Extenze said

    I usually don’t post in Blogs but your blog forced me to, amazing work.. beautiful …

  9. mileumlivros said

    Vitória. Saudações!
    Se eu entendi bem, você pensa em fazer uma maquete cujo tema seja liberdade. Como você pode ter visto nesse espaço, aqui trabalho com maquetes utilizando mapas topográficos. Mas para não ficar sem dar uma resposta, por que você não faz uma maquete de uma ilha, cercada por um imenso mar azul. Para muitos, viver numa ilha assim é sinônimo de liberdade… A ilha poderia ser a colina que mostrei como fazer na página que você consultou. O mar que a cerca ficaria num nível mais baixo que você pintaria de azul e, se quisesse, preencheria com gel transparente (ou azul também) para dar idéia de água. Ficaria bonito!
    Um abraço.
    Eugênio.

  10. Thais said

    Olá Professor Eugênio,

    Me chamo Thaís e sou estudante de Geografia e de Iniciação Científica, gostaria de saber o exemplo dado a seguir, se tenho uma escala horizontal de 1:2500 e uma escla vertical de 1:500, gostaria de saber neste caso como calcular o exagero da escala. Lembrando que estou elaborando gráficos de perfis topográficos.

    Thais Sá
    Estudante de Geografia UNIFAP

    • mileumlivros said

      Olá, Thaís.
      Diante dos dados que você repassou, o cálculo é simples: é dividir a escala que mais reduziu o espaço verdadeiro, pela outra que menos o reduziu. Veja que horizontalmente o espaço real foi reduzido 2500 vezes para ficar do tamanho que ficou no mapa e ficará no perfil. Já as dimensões verticais que serão representadas em seu perfil serão reduzidas apenas 500 vezes, logo: 2500/500 = 5
      Veja que o exagero será de 5 (cinco vezes). É um exagero pequeno e seu perfil ficará bem realista.
      Espero ter sido útil. Tudo de bom.
      Eugênio P. Fonseca.

  11. leticia said

    gostei muitohhh mesmmo

  12. Você pode usar o mapa de Yosemite, é uma antiga geleira que como todas as outras tem forma de “U”.

    Bom trabalho

    João Paulo R. Ribeiro
    Geologia UFBA

  13. dimas moreira said

    Boa tarde!Vi o belo trabalho feito com isopor,gostaria de receber mais informações como confeccionar maquete,pois estou trabalhando e precisor fazer um trabalho com meus aluns do ensino fundamental poderia enviar orientacões para mim?Agradeço muito a colaboração

  14. julyenn said

    parabéns por toda sua pesquisa!

  15. flavia said

    muito bom o seu trabalho!

  16. Lindinaldo said

    Tenho que fazer uma maquete sobre a chhegado do homem a lua,algue tem alguma ideia de como posso fazer o piso da lua em 3D e o astronauta em solo,representando a cena classica que quase todos conhecem….

    Obrigado!!!!!!

    Urgente!

  17. Lindinaldo said

    Muito obrigado mesmo,vou seguir as dicas!!!!!

  18. Francis said

    Olá a todos,

    Estou desenvolvendo um projeto de mestrado, no qual pretendo contribuir na proposição e desenvolvimento de banco de dados com trabalhos práticos para a diversificação do ensino de Geografia na atualidade. Sobre as maquetes, alvos principais deste post, valem algumas dicas:

    1) Antes de passar a massa corrida, experimentei com meus alunos adicionar uma colher de sopa de vinagre na mistura cola-água para não dar aquele mau-cheiro quando o papel machê secar. Prefiro ainda deixá-lo secar totalmente antes de passar a massa corrida, para não ficar difícil de manipular a massa.
    2) Se for fazer a maquete com alunos de 5ª série (a mais apropriada para a atividade, ainda que em todos os anos os alunos podem fazer maquetes sob temas diferentes), não podemos nos esquecer de ensiná-los a trabalhar com segurança, limpeza e organização: no manuseio da massa corrida vale usar luvas de proteção, pode ser daquelas cirúrgicas. A massa corrida é corrosiva e pode provocar alergias nos alunos. Deixe também as janelas da sala de aula abertas, para que o ar circule e eles não tenham problemas respiratórios.
    3) Por último, já com o guache aplicado e seco, vale a pena adicionar cola acrilex azul para dar brilho ao mar, mostrando em auto relevo as ondas do mar. Sugestão minha para ensinar um pouco de Geomorfologia Costeira!

    Espero ter contribuído para o aprimoramento do seu blog, já que AMO trabalhar com maquetes. Meus alunos também!

    Abraços,
    Francis

    • mileumlivros said

      Olá Francis. Saudações.
      Contribuiu sim, e muito!
      Muito obrigado pelas dicas e cuidados. Nunca uso massa corrida com alunos, justamente pela toxidade da mesma. Prefiro o famoso papel toalha (ou higiênico) coberto com a mistura água-cola branca (escolar) na proporção 60%-40%. Fica leve, transpotável e fácil de pintar (e ensinam até no site da Disney ou do Art Attack)
      Também adoro as maquetes.
      Um abraço.
      Eugênio.

  19. cristina said

    OI PROFESSOR!TENHO QUE FAZER UM TRABALHO PARA FACULDADE,COM A SEGUINTE ORIENTAÇÃO SOBRE O CORREGO SALTINHO EM LONDRINA:
    Um professor realizou um trabalho de campo com alunos do 4º ano do
    Ensino Fundamental. O trabalho foi realizado numa área próxima a um rio
    situado perto da escola onde estudavam. O principal objetivo do trabalho foi
    verificar as condições das margens do rio em relação aos aspectos ambientais
    como: existência ou não de mata ciliar, desmoronamentos de barrancos,
    ocupações irregulares (pessoas morando na área de preservação), lixo sólido
    espalhado, canalização de esgoto diretamente no rio.
    O professor planejou também o trabalho com a cartografia para mostrar
    num mapa as condições ambientais encontradas nas margens do rio. Para
    realizar a construção desse mapa, o professor estabeleceu alguns passos,
    desde a aquisição das informações necessárias em campo até o mapa
    finalizado.

    Com base na situação-problema relatada acima
    realizem as atividades a seguir:

    1) Estabeleçam uma sequência de passos que vocês utilizariam para
    cartografar com os alunos as margens do rio, tendo em mente os
    objetivos que o professor da situação-problema havia traçado.
    2) Escrevam um texto explicando como seria o desenvolvimento desses
    passos até chegar ao mapa pronto (que materiais utilizariam, como
    orientariam os alunos em cada passo a ser realizado, e como ficaria o
    mapa finalizado).SERÁ QUE O SENHOR PODIA ME AJUDAR?GOSTEI TANTO DAS SUAS EXPLICAÇÕES! OBRIGADO!

    • mileumlivros said

      Olá, Cristina. Saudações.
      Devemos nos colocar no lugar do citado hipotético professor. O que ele teria que ter ensinado ante de sair a campo? Quais materiais ele teria que providenciar? E coisas assim. Uma coisa que eu gostaria que você me informasse: os alunos do 4º ano do ensino fundamental é a antiga 5ª série? São alunos bem novinhos, então?
      Pensando nisso tudo. O aluno e o professor teriam muita coisa a fazer, antes durante e depois do trabalho de campo:
      Os passos:
      Antes:
      1- Dividir a turma em grupos, pois, o trabalho é complexo demais para ser feito individualmente. Já alertar os alunos para que a tarefa seja dividida entre os componentes do grupo, portanto, uma prévia das tarefas já tem que ser dada: quem vai desenhar o rascunho?; quem vai medir;etc
      2- O professor teria um mapa da área à mão. Ele teria que definir a área total a ser mapeada. Qual a extensão do rio seria visitada. E qual largura das margens seriam estudadas. O aluno já deve ter noção de escala, para já ir imaginando: “vou mapear 500 metros do rio, cada cem metros eu desenharei em 10 centímetros, então no meu mapa o pedaço do rio terá mais ou menos 50 centímetros de extensão…”
      3- Definir com os alunos como representar os elementos do espaço num esboço do mapa. Acredito que no campo os alunos deverão fazer uma espécie de rascunho, usando símbolos diferentes para cada elemento mapeado, logo, uma legenda provisória deveria ser estabelecida. O professor obviamente já teria ido várias vezes à àrea, antes da visita com os alunos, para dizer em sala, o que “talvez” eles encontrarão por lá e terão de desenhar no croquis inicial.
      4- Obviamente rever a utilização de bússola: os pontos cardeais. Treinar o uso da trena, etc.
      5- Definir o que levar à campo: bússola, trena, papel, prancheta, lápis macio, borracha, cantil, e o que mais…
      6- Os alunos mais versados e com pais que ajudem irão inevitavelmente ao google mapas. Esses farão mapas melhores e mais completos… Será validado (o professor deve decidir)? É algo a combinar (fosse filho meu, por exemplo, eu orientaria, que um mapa google fosse impresso, na escala adequada, nem que fosse para orientá-lo no desenho final…)
      Durante
      7- Já no local, acho que a preocupação dos alunos se dividirá em: observar as condições das margens; e observar pontos que facilitem o mapeamento. Daí ele ter que escolher pontos de referência de tantos em tanto metros. Esses pontos ele deve passar para o croquis

      http://revistaescola.abril.com.br/geografia/pratica-pedagogica/leitura-mapas-paisagens-526502.shtml

      (rascunho) do mapa. A essa altura ele deve estabelecer no seu mapa o norte, através da bússola. E já ir se acostumando com dizeres como: “há 2O metros a oeste do carcaça do do carro temos um pé de manga, o único avistado. O rio está a 35 metros a sudoeste dessa árvore…”
      8- A preocupação com as condições das margens, objetivo “técnico” da visita, não pode ser deixado de lado, mas os limites das condições observadas só podem ser bem definidos se o mapa ficar bem feito. Tendo um rascunho do mapa, ou o croquis inicial vai-se marcando onde começa a margem alta em desmoronamento e onde termina; o início e o fim de uma planície de aluviões (a atenção deve ser: início e fim ao longo do rio da condição em observação e sua largura, enfim, as suas três dimensões); onde começa e termina a ocupação irregular e assim por diante.
      Depois
      9- Se as anotações forem bem feitas o mapa final sai. Os limites da condições observadas ficam imprecisas, mas é assim mesmo. É quase certo que se tenha que fazer uma segunda visita. É injusto achar que meninas e meninos nessa idade façam um mapa com apenas uma visita… Ou então libera-se para ver a imagem no google e sobre elas joguem as observações feitas, tendo sempre em vista os pontos de referência, que não tem esse nome à toa…
      10- Providenciar o desenho final – claro, atividade para os alunos, contudo, com apoio do professor que deverá ter esclarecido: o que um mapa contém: título, subtítulo, escala, legenda, autores, mapas utilizados como referências, data, etc…
      O mapa deverá contar ainda: com margem e com o norte magnético (da bússola).

      Creio estar fazendo as duas coisas que você pediu ao mesmo tempo.
      Vou reler e volto depois, com alguma mudança ou acréscimo.
      Fique a vontade para fazer reparos e observações, assim, vou moldando do jeito que você pretende.
      Um abraço.
      Eugênio.

  20. Lindinaldo said

    Oi de novo!!!Suas utimas dicas foram muito uteis.
    Agora e o seguinte.Ainda tenho que fazer aquela maquete sobre a lua,e para isso comprei uma placa de isopor,para que seja o solo e uma bola de isopor para que seja uma lua posicionada na placa de isopor,mas usarei somente metade dessa bola de isopor.
    O que achou da ideia
    Que cores devo usar para pntar a placa de isopor ou o que talvez colocar nela para que nao fique branca,e o que usar na bola de isopor que sera a lua para dar uma aspecto 3d e as cores para pinta-la,deixando-a diferente e proxima do real.
    Desde ja muito obrigado!

    Obs> Sempre acesso o site!

    • mileumlivros said

      Oi, Lindinaldo. Saudações.
      Se entendi bem, o solo a que você se refere é do nosso planeta e a Lua aparecerá no horizonte (metade acima do horizonte, metade abaixo). É isso?
      Se for assim, o modulo lunar aparecerá pequenino…. A Lua poderá ser pintada de amarelo (a cor da lua cheia que você achar melhor) com leves manchas escuras (as manchas lunares que enxergamos daqui da Terra). Quanto à placa de isopor, você pode colorir de verde escuro (representando a vegetação ao por do Sol, ou seja, na penumbra, que é o horário em que a Lua cheia nasce… Talvez seja bom compor a paisagem da Terra e colocar mesmo pequenas crateras (como comentado antes) na distante Lua, pois, de outra forma as pessoas terão dificuldades de entender o que seria aquela meia esfera amarela, colada sobre o isopor verde… Outra preocupação é essa: tem que dar a impressão que a Lua sobe no céu, vindo do outro lado do planeta. Se colar sobre o isopor verde, dará a impressão que a lua nasce no solo terrestre.

  21. Ana Maria Rocha said

    Amei todas as páginas do teu site. Não sei se com vela acesa, agulhas quentes e alguns alunos indisciplinados eu conseguiria trabalhar maquetes. Porém gostaria muito,pois adoro cartografia escolar. Vou ao banco e vou te enviar o e-mail para que me envie os livros e o óculos da sua “promoçao”. Ainda está valendo né?

    • mileumlivros said

      Olá Ana Maria. Saudações.
      Fico feliz com o seu gosto, que se parece com o meu. Olha, pela minha experiência, se os alunos são indisciplinados mas dentro de uma certa “normalidade” (sei que você me entende) a coisa funciona. Vou fazer esse ano novamente e pretendo documentar aqui nesse espaço. O segredo é entregar a tarefa para que seja realizada sem delongas, ou seja, explicar a teoria toda antes. Aulas antes. Você já deverá ter demonstrado como será feito (antes também). Para quando chegar o “grande dia” as coisas fluírem com naturalidade… Os alunos já estarão sabendo que recortarão as curvas, do papel. Colarão ou desenharão no isopor e cortarão o dito cujo um a um e já ir colando um sobre o outro a medida que cortam as curvas. Você vai ver que até aparece uns aparelhinhos de cortar isopor que dispensa a vela… Ou seja, tem tarefa demais para impedir gente ociosa… Bem, de qualquer maneira tente com uma turma em que há alunos mais coorperativos primeiro e vá aprendendo com o comportamento desses. No 9º ano, fiz o “mapa em alto relevo” da Ásia (a partir de mapa físico ou hipsométrico do continente). 9º já tem alunos mais maduros (um pouquinho, pelo menos). Acho que vale a pena tentar. Se o fizer, me avise. Gostarei de saber. Tenho também o projeto de redecorar minha sala (trabalhamos aqui com salas ambientes). Pretendo enchê-la de globos, planisférios, mapas e maquetes que os alunos mesmos farão. Também pretendo documentar aqui. Por que você não faz o mesmo. Podemos acompanhar um ao outro. Usarei os globos apontados na página Modelos em papel… e os mapas grandes, que você deve ter visto na página “melhor site de geografia”. Quanto à promoção está valendo sim.
      Um abraço.
      Eugênio Pacceli da Fonseca

  22. Ana Maria Rocha said

    Oi, Eugenio, você recebeu meu e-mail sobre o aviso do depósito referente ao livro? Estou aguardando ansiosamente. Um abraço.

    • mileumlivros said

      Ana Maria, saudações.
      Estou com dificuldades para localizá-lo. Pela forma como você disse parece que estou atrasado (você sabe informar o dia do depósito?).
      De qualquer forma informe o banco depositado e o seu endereço para remessa do livro, para poder providenciá-la.
      Hoje mesmo remeto os livros virtuais e amanhã o volume físico e os óculos.
      Um abraço.
      Eugênio.

  23. Ana Maria Rocha said

    Oi,Eugenio, aqui estão as informações que você pediu: Banco Itaú, dia do depósito-21-01-11,Meu endereço é Rua José Augusto Ribeiro lote 15 qd.10 Jd.Catarina Novo- S.Gonçalo-RJ Cep: 24715-350.

  24. Ana Maria Rocha said

    Oi de novo! Não consegui localizar os livros virtuais no meu e-mail.
    Um abraço!

  25. Ana Maria Rocha said

    Oi Eugenio. Localizei suas respostas no meu e-mail hoje( 7-2-11 ), e recebi o seu pedido de desculpas. Está desculpado. Mas eu agora é que peço desculpas, pois eu sou uma professora que prefere papel e caneta, tenho muitas dificuldades com internet e tudo que se refere a computador. Por isso eu não sabia que precisava colocar “ponto e br”, pois havia colocado só ponto, daí a confusão. Admiro a sua habilidade em mexer com tudo isso.Dependo de minhas filhas e sobrinho para me ajudar, só que eles fazem faculdade, cursos e estágios e não tem tempo.Já fiz um cursinho de informática mas não adiantou muito. Mas como dizia o Didi, dou minhas “cacetadas”. Por isso peço a tua paciência nas nossas futuras correspondências. Ah! eu aprendi a deixar comentários no dia em que mandei o primeiro a você! Foi um avanço e tanto! Abraços.

    • mileumlivros said

      Oi Ana.
      Eu também não sou assim tão hábil. Admiro seu esforço e tenho certeza que sua habilidade com computadores só irá aumentar. Meu filho mais velho é que me iniciou nisso tudo e em muitas coisas dependo dele. Tudo parece mais difícil do que realmente é. É só comparar com nossos alunos que às vezes acham que tal conteúdo é difícil demais e que nunca aprenderão, mas no final, acabam por entendê-lo e dominá-lo. Um blog, pela wordpress ou pela blogspot é uma coisa relativamente simples. Começando a praticar se vai longe! Por que você não tenta?
      Em tempo: o volume físico foi postado e como a modalidade é “remessa simples” deve demorar uns dois ou três dias para chegar aí.
      À sua disposição.
      Um abraço .
      Eugênio Pacceli da Fonseca

  26. marcos said

    Eu gostaria de algo mais detalhado para maquetes geograficas

    • mileumlivros said

      Marcos, tudo bem?
      As maquetes que mostram aqui são úteis quando estudamos os conteúdos Curvas de Nível, Topografia, Formas de Relevo ou coisas assim. As maquetes de cidades e fazenda, tem sua página própria. Prédios conhecidos e igrejas tem muitos sites que ensinam. Se o seu caso é trabalhar com curvas de nível e só seguir os passos mostrados. Vá lentamente, passo-a-passo, tenho certeza que você consegue.
      Eugênio.

  27. marcos said

    me adicionem no orkut (marcos-leandro1@hotmail.com)

  28. Ana Maria Rocha said

    Oi,Eugenio. Chegaram os livros( volume físico ) e já localizei os virtuais. Maravilhosos!!!

    • mileumlivros said

      Ana Maria, saudações.
      Fico Feliz que tenha gostado. Agradeço novamente pela confiança. Aproveite os óculos 3D para ver as imagens e mapas 3D. Eles são também maravilhosos!
      Um abraço.
      Eugênio Pacceli da Fonseca

  29. larissa said

    ola!!!!!

  30. rafaela said

    muito legal amei esse site e as explicaçoes sao bem definidas mas o difícil é ralizar as maquetes….. pois é mas pra receber notas e tudo mas se tenta fazer tudooo naoo é mesmooo minha gente?? consertesa vcs vao concordar com miguu !!!!!!

    • mileumlivros said

      Rafaela, saudações.
      Não é tão difícil. Um problema é o prazo e outro, a falta de prática. Se há orientação fica tudo mais fácil. Vá passo-a-passo que você consegue!
      Um abraço.
      Eugênio

  31. aline said

    eu so queria tirar uma duvida sobre isso bjsssssss.

  32. William said

    oie irmão, vc deu uma verdadeira aula.
    Teria como utilizar essa pratica de maquete para dar uma aula no ensino fundamental ou medio?

    se puder responda por favor, estou fazendo um trabalho na facu sobre isso.
    Desde ja parabens…

    • mileumlivros said

      Muito Obrigado William.
      Mas é justamente isso que eu faço. Espero estar incentivando outros a fazê-lo. No ensino médio já fiz várias vezes e vou tentar fazer mais uma vez no ensino fundamental esse ano. Se der (tenho que adequar as atividades ao conteúdo e o tempo corre…) vou postar aqui. Vou tentar ensinar a fazer um mapa de alto relevo (nem chamo de maquete pois os detalhes não existem) de uma dessas “regiões”: uma região do Brasil, do Brasil ou da América do Sul.
      Um abraço. Eugênio P. Fonseca

  33. William said

    eu d novo eugenio…
    vc teria alguma fonte d obras sobre maquetes ou curvas d nivel
    no meu estado ha uma certa carencia d material

    desde ja valew por tudo

  34. Gabriela said

    Eu queria saber que tipo de escola e usada nessa maquete ? e qual o nome dela ?

  35. Gabriela said

    Bom , eu queria saber qual e a escola usada ?

  36. William said

    Ultimo vez que abuso
    mas dessa vez pra agradecer
    e lhe dar todo credito por sua ajuda
    valew mesmo

  37. Daniela said

    Nossa valeu pela postagem, estou fazendo um trabalho acadêmico e precisaremos confeccionar uma maquete de uma bacia hidrografiga e foi uma excelnte ajuda…Muito obrigada coisas interessantes e educativas e que nos ajudam da gosto vale a pena ler visitar e indicar ja enviei o link da pagina para meus colegas visitem e deem uma olhada neste conteudo.

  38. ciani olirribra said

    MEU NOS ADOREMOS NOS FIZEMOS EZATAMENTE IGUAL NOSSA PROFESSORA DE GEOGRAFIA DEU UM A+ VALEU MESMO DEU O MAIOR TRABALHAO EU E A MINHA EQUIPE SÓ TINHA UM DIA E UMA NOITE PRA FASER TUDO MAES VALEU A PENA FICAU MUITO LINDO OBRIGADO

  39. Saulo said

    Preciso fazer uma maquete do mapa BRASIL – ALTITUDES.
    Estou tendo dificuldades, vc pode me ajudar? Sendo:
    De 0 a 200 metros
    De 200 a 500 metros
    De 500 a 1 000 metros
    Acima de 1 000 metros.
    Obrigado
    Aguardo resposta.

    • mileumlivros said

      Olá, Saulo.
      O grande problema é conseguir um mapa que traga exatamente as classes que você tem em mãos. Mas veja como ajudar é bom: não achei para mim de jeito nenhum. Foi procurar para você que achei o que está no site abaixo:

      Ele usa o seus intervalos altimétricos. Agora é só copiá-lo. Ampliá-lo do tamanho que você queira. Fazer a base (o contorno do Brasil em isopor, ou emborrachado) depois cada classe de altitude por vez, como ensinado aqui e em outros diversos sites como o do professor Marcos:

      http://profemarcaogeografia.blogspot.com/p/mapa-do-relevo-brasileiro-em-eva.html.

      Espero que sirvam.
      Um abraço.
      Eugênio Pacceli da Fonseca.
      Obs: observando melhor o mapa, percebi um erro no Pantanal, a cor lá certamente não deve ser o laranja, mas o verde.

  40. vitoria said

    Muito util esse exemplo!!

  41. vitoria said

    obrigada pela ajuda!
    amei essa maquete!
    ME ADD NO ORKUT
    Vitória Michel
    ou
    vivi.vitoriamichel@gmail.com

  42. Nerci Aparecida dos Reis said

    Olá professor, sou estudante do 3º período de Geografia da UEMG- Frutal. Tenho que fazer uma maquete. Meu professor deu o mapa com as curvas de nivel. Mas não tenho a escala horizontal. Somente o valor das curvas. Agora tenho que calcular o valor da escala vertical. As curvas estão numeradas de 5 em cinco e a mais alta é 45. como faço para calcular o valor da escala vertical?

    • mileumlivros said

      Olá Nerci, saudações.
      Olha, é quase impossível, na posse de um mapa de interesse geográfico, você ter uma escala vertical de um perfil topográfico (ou de uma maquete) muito parecida com a escala horizontal do mapa fonte. Portanto, sempre haverá um exagero. A escala vertical de uma maquete no final das contas depende da escolha de quem a faz, ou seja, se você quer uma escala vertical que exagere muito a “movimentação do relevo” você escolhe uma escala vertical maior; se quer um exagero menor, escolhe uma escala vertical menor. Dependerá portanto mais do bom senso do que de um cálculo. O cálculo é para o exagero vertical e para isso seria imprescindível o conhecimento da escala horizontal. Talvez você a consiga através das coordenadas, lembrando sempre que um grau de latitude vale aproximadamente 111km. Precisaria de mais detalhes para te responder melhor, por exemplo: o professor determinou com qual material você fará a maquete? (se você tiver que usar folha de isopor de 0,5 cm para representar 5 metros, um centímetro estará representando 10 metros, logo, a escala seria 1cm:10m, ou passando tudo para centímetros, 1:1000).
      Não sei se estou sendo claro. Se quiser mandar mais detalhes do trabalho, estou à disposição.
      Abraço.
      Eugênio Pacceli da Fonseca

  43. Nerci Aparecida dos Reis said

    Olá professor Eugênio Pacceli!
    Me esqueci de dizer que usei o isopor de 0,5 cm para fazer as curvas de nível. E no final foi isto mesmo. A escala foi de 1:1000. Na nossa maquete fizemos como o senhor ensina no passo a passo, e é a maneira que meu professor ensinou também. Ficou linda!
    MUito obrigada! Um abraço!
    Nerci

  44. Lucélia said

    Olá professor!!! Sou aluna de pedagogia da UNIFAL, e em nossas aulas de Geografia estamos desenvolvendo uma maquete do relevo da região de Alfenas-MG, já passamos a massa corrida e ficou muito bom, acho que vamos precisar lixar antes de pintar, porque não colamos o papel marchê.
    Gostaria de saber se tem um exemplo de projeto de aula sobre maquete, porque não estou encontrando.
    Um abraço.
    Lucélia

    • mileumlivros said

      Olha, ficou a dúvida: a aula é sobre confecção de maquete ou sobre o relevo da “região de Alfenas”?
      Seja um caso ou outro tenho para mim que seu projeto deve deixar claro algumas coisas:
      -O objetivo dele.Esclarecendo os conteúdos envolvidos. Se terá ou não uma culminância (ou seja, um produto final – que pode ser a própria maquete).
      – Sabendo o objetivo estabeleça os passos que devem ser dados para alcançá-lo. Especificando mais os conteúdos (e na aplicação: trabalhando os conteúdos)
      – Depois deixe claro como os passos serão dados (nesse momento entra a matéria em si, o conteúdo) e os recursos que serão usados (recursos didáticos inclusive). É a realização prática do projeto.
      – Preparo do produto final (a famosa culminância…)
      – Avaliar o seu sucesso ou não.

      • Lucélia said

        Olá!! Obrigada pela explicação, era um projeto da confecção da maquete mesmo! Ficou bom , tanto a maquete quanto o projeto.
        Lucélia

  45. André Tomasini said

    Olá companheiro,
    tenho um projeto de feira de ciencias para desenvolver. Pretendo usar a escala 1:25000. Gostaria de saber como trabalhar o exagero vertical. Relação curva de nivel com espessura da lamina de isopor. A altitude máxima para representação é de 500m.

    Poderia me dar uma força?

    • mileumlivros said

      Olá, André. Saudações.
      A escala 1:25000 é bem detalhada. Como você já deve ter lido aqui mesmo, que um exagero vertical sempre ocorre em maquetes e perfis topográficos, logo, você vai ter que escolher: quer exagerar muito ou pouco o relevo em sua maquete. Se exagerar muito pode dar a impressão que o lugar é muito alto, com montanhas e tudo mais, que não é o caso (considerando a altitude máxima que você informou). Se exagerar pouco pode parecer que o lugar é mais plano do que a experiência das pessoas mostra. Na sua escala horizontal cada centímetro vale 250 metros. Se você escolher folhas de isopor de meio centímetro para representar 50 metros, terá que um centímetro para cima valerá 100 metros, logo,você estará trabalhando com uma escala vertical de 1:10000, logo um exagero de 2,5 vezes que é bem próximo do desejado (certamente não é um exagero grande)… Se o terreno tender para plano, talvez você tenha que exagerar um pouco mais…

  46. aleksia said

    Ola eu estou tentado fazer minha primeira maquetetenho 10 anos ,é sobre o centro-oeste
    EU NAO SEI OQUE FAZEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEER

    • mileumlivros said

      Olá Aleksia.
      Você teria que especificar melhor: que tipo de maquete você tem que fazer.
      Será do relevo da Região Centro Oeste? Uma maquete de uma determinada área da Região, por exemplo, do Pantanal ou de Brasília? Não creio que seja uma maquete topográfica. Afinal você só tem dez anos!
      Se você disser de que tipo de maquete se trata, eu poderia ajudar melhor.
      Eugênio.

  47. Karini said

    eu vou fazeer maquete com meus amigos (as) fai zer muito bonito
    é isso

  48. Anderson said

    Olá,
    Obrigado pelas dicas, ajudou muito com o exagero vertical! Depois a maquete em mandei cortar em uma empresa mesmo, chama Tauro. Eles cortaram pra mim na CNC em mdf.. ficou mto bom! Se alguém quiser falar com eles o e-mail é thiago@taurotechnology.com.br

  49. hudson said

    muito obrigado me ajudou muito!!!
    ate fiz igual rsrsrs

  50. samara said

    como eu posso fazer minha maquete da sala de aula resumindo tudo oque esta escrito acima

  51. preeciso da sua akuda

  52. Olivia said

    look!! i like it very much, it is very interesting

  53. joao batista dos santos brisola said

    fotos de maquetes

  54. allyce said

    ammmmmmmei ficou muito leeeeeeeeeeeeeeegal

  55. karina vieira said

    é mas vcs nao tem maquete de um carro????

  56. Olá
    Gostaria de saber qual é a escala horizontal da segunda maquete apresentada (a mais complexa) e se ela representa alguma região em especial. Se sim, qual é essa região?

    Obrigado

    • mileumlivros said

      Olá, Professor Lawrence.
      O mapinha não representa nenhuma região específica. Partiu apenas da minha imaginação. Queria a princípio ensinar conceitos como bacias hidrográficas, redes hidrográficas, nascentes, foz, divisores de água e outros utilizando curvas de nível. Depois resolvi cobrir a maquete pelas razões explicadas na página. Portanto a escala horizontal pode ser escolhida por você, obviamente, notando que as curvas estão equidistante em 200 metros, logo, não se trata de escala grande.
      Eu trabalharia com um valor entre 1: 1 000 000 e 1: 3 000 000.
      Atenciosamente.
      Eugênio.

  57. ROMERO GODEIRO said

    Olá, Professor Eugenio. SOU PROFESSOR DE GEOGRAFIA NO MUNICIPIO DE PATU/RN GOSTARIA MUITO DE FAZER A MAQUETE DE NOSSO SERRA NO ENTANTO NAO CONSIGO ENCONTRAR AS CURVAS DE NIVEL DA REFERIDA SERRA SE PODE ME JUDAR FICO MUITO AGRADECIDO

    • mileumlivros said

      Olá, Romero. Saudações.
      Vou sugerir o que sugeri para o Wagner,de Santana do Livramento, que acabou fazendo maquetes e foi até premiado na cidade dele. Vá até google mapa e tente localizar sua cidade. Clique em “mapas” e depois em” terreno”. Surgirão as curvas de nível que você usará. O melhor é que você pode até escolher a escala da sua maquete, ou seja, ajusta a aproximação para os seus interesses. Vou tentar aqui e você tenta aí. Volto a te conectar pelo seu e-mail.
      Atenciosamente.
      Eugênio.

  58. ROMERO GODEIRO said

    Olá professor Obrigado pela rapidez em me responder, gostei muito das imagens de curva de nível que você me enviou da serra de Patu/RN como você pode ver a mesma é bastante grande e estou com dificuldades para fazer uma maquete grande com mais detalhes em uma base de 01 metro quadrado mais ou menos, gostaria de uma dica de como faço para ampliar as curvas de nível do tamanho desejado, colocando as no papel. grande abraço desde já muito obrigado

    • mileumlivros said

      Olá, Romero.
      Saudações novamente.
      Romero, você é professor e sabe das nossas atribulações. São muitas as aulas. Só achei um tempinho para responder a todos os e-mails, por coincidência foi logo após você enviar o seu e-mail…
      Olha, se entendi bem sua questão, ela não é tão difícil. É pegar um dos mapas lá do Google mapas, reforçar as curvas (à mão depois de imprimir, com uma caneta, ou antes de imprimir, usando um processador de fotos qualquer). Depois é ampliar usando sua impressora ou em uma copiadora xerox do tamanho que você quiser.
      Ou seja, Romero, querendo, usando esse excelente Google Mapas, pode-se fazer maquetes de QUALQUER LUGAR DO MUNDO, o que é fantástico. Eu sou professor de uma época que não havia recurso algum. Conseguir um mapa topográfico era um milagre. Agora essa facilidade. Por isso divulgo o mais que posso essa técnica. Nossos alunos só têm a ganhar!
      Estou à sua disposição.
      Um abraço.
      Eugênio Pacceli da Fonseca

  59. Sérgio Tadeu Batista said

    Ola professor, fiz a maquete conforme acima, e gostaria de saber se tem que pintar também a outra metade, ou se estaria representada como depressão?

  60. Catharini said

    olá, estou precisando de uma orientação para fazer uma maquete do pão de açucar, eu não sei muito bem por onde começar, atenciosamente : Catharini

    • mileumlivros said

      Olá, Catharini. Saudações.
      Obviamente você vai se inspirar em imagens que você tem do “Pão de açúcar”. É um desafio e tanto, pois a paisagem é muito bonita e variada (dependendo da escala que você utilizar, aparecerá cidade, mata, rochas, mar, etc). Os blocos rochosos, em si, acho que seria melhor moldar em jornal amassado. Escolha uma base – será o nível do mar. Vá moldando em jornal até conseguir formas parecidas com as que você quer, cubra a base e os blocos rochosos (o jornal amassado) com papel higiênico ou papel toalha, imersos na mistura cola-água. Deixe secar e pinte. Falando assim parece fácil. Mas até a pintura é complicada: vá sempre consultando fotos da paisagem…
      Boa sorte.
      Eugênio.

  61. oi eu descobri que geografia e muito importante para mim e para todas as pessoas do mundo inteiro a minha primeira raqueti foi muito legal as minhas(os) amigas(os) me ajudando e eu ajudando eles com materiais reciclaves que e muito importante para o meio ambiente mas vamos ao que interessa e eu queria saber como elaborar um texto e um desenho de geografia e eu agradesso muito por voces ter me ajudado a construir varias maquetes muito obriago espero sua resposta!

  62. caroline said

    nossa eu fiz e ganhei nota10 o0brigado de ter colocado na net a profº ficou muito contente de ue e meu grupo ter feito isso

  63. RAFAEL said

    me mostre como vc faz pois eu acho muito dificil !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!RAFAEL
    PARABÉNS
    TWITTER:MC@FAELHOTMAIL.COM.BR

    • mileumlivros said

      Obrigado, Rafael.
      Olha, não é tão difícil quanto parece, Primeiro é preciso se convencer que, como dizia um candidato a prefeito aqui de Belô, “dá prá fazer”. Se for com uma paisagem que você mesmo criou em curvas de nível fica mais fácil ainda. Experimente por exemplo, a “colinazinha” que você vê nessa página. É bem simples, Imprima ou desenhe. Recorte. Cole em um papelão ou em um isopor.Recorte as peças e depois cole umas sobre as outras. As outras paisagens, só parecem mais difícil. Tomam apenas mais tempo e paciência, mas o princípio básico é o mesmo. Se você é professor é quer que os alunos façam é só ir por etapas. Ensine curvas de nível, partindo da ideia de um bolo de três andares e vá aprofundando. Só não desanime. Torço por você. Tudo de bom.
      Eugênio.

  64. silma said

    professor meu filho precisa fazer uma maquete sobre relevo depressões, gostaria de saber se posso utilizar esta maquete, achei muito legal

  65. Bruno Silva said

    eu quero uma ajuda para produzir uma maquete…

    • mileumlivros said

      Olá, Bruno.
      Consulte e analise o que está exposto na página “Maquete, Google Mapas, Ouro Preto” e veja se te serve. Ou seja, tente achar no Google Mapas (Mapa – Terreno) o mapa com as curvas de nível da área do seu interesse. Tentei achar para outro leitor o mapa do Rio Macaé e descobri que pelo Google Mapas só daria para fazer de partes do vale do rio e não de todo ele (pelo menos com os detalhes que se vê na maquete de Ouro Preto). Vou pesquisar outros mapas.
      Volto daqui a pouco.
      Estava consultando alguns Atlas e vi que com um pouco de paciência você conseguiria fazer uma maquete sem muitos detalhes usando o Atlas do Padre Pauwels (Ed. Melhoramentos) ou o até o Geoatlas da Simielli (Ática). Nenhum deles facilitaria. Você teria, primeiramente, que escolher de qual área fazer a maquete. Eu faria assim: faria um quadrado ou retângulo em torno da área contendo o Rio Ji Paraná. Esse seria seu novo mapa. Em ambos os atlas seria um pedaço muito pequena dos mapas originais. Você copiaria as curvas de nível não equidistantes (seriam bem poucas – 3 ou quatro) depois ampliaria até o tamanho que você quisesse que a maquete tivesse. Se desejasse interpolaria outras curvas entre essas poucas e aí fazia a maquete como mostrado nas páginas desse blog.

  66. Bruno Silva said

    como eu começo a fazer a maquete do rio ji-paraná. esta dificil fazer…

    • Bruno Silva said

      é de todo o terreno..

      • mileumlivros said

        Olá, Bruno. Saudações.
        Vou tentar desenhar. Mas preciso de tempo. Sábado tento postar para seu email. Vou tentar fazer o que disse abaixo. Não sei se ficará bom. Aguarde.
        Atenciosamente.
        Eugênio.

      • Bruno Silva said

        olá, Eugênio. tudo bom!!!
        vou aguardar pelo desenho e tambem vou tentar desenhar…

      • mileumlivros said

        Olá, Bruno.Saudações.
        Estou mandando o mapa para a maquete (para seu e-mail pessoal). Fiz o que pude com o pouco tempo. Usei mapas dos Atlas que citei. Compilei as informações deles e criei curvas que não existiam, portanto, há uma margem de erro grande. Se precisar ampliar as pranchas (uma de cada curva) amplie sempre na mesma proporção…
        Atenciosamente.
        Eugênio Pacceli da Fonseca.

  67. Bruno Silva said

    Oi!!! Eu tenho o mapa, esta dificil desenhar…

  68. carla cecília said

    tenho que ajudar meu filho a fazer uma maquete sobre relevo com vale, chapadas, cursos d’agua, lagos, represas, achei essa ai em cima muito linda, mas gostaria que fosse maior, tipo ao todo 40X40 o tamanho da primeira prancha e as demais proporcionais a isso, não conheço nada de medidas, como converter, nada mesmo, só boa vontade, será que voce poderia me enviar em tamanhos reais os modelos para eu cortar e montar?

    • mileumlivros said

      Olá, Carla. Saudações.
      Olha, Carla, todos os modelos que mostro aqui estão em tamanho pequeno, porque estou sempre visando a sala de aula, ou seja, faço para trabalhos em papéis de tamanhos usuais em escolas (tamanho ofício ou A4). Gosto que os alunos façam cada um o seu trabalho e os levem para casa, daí trabalhar com esse tamanho. De qualquer maneira você pode copiar uma por uma das pranchas no Paint e ajeitar a impressão do tamanho desejado.
      Volto mais tarde para tentar explicar melhor.
      Sobre imprimir no Paint: estou imaginando que você tem o Paint no seu computador. Copie do site, prancha por prancha. Com cada uma faça o seguinte: copie e cole no Paint. No Paint vai em “arquivos” e nesse vai no “configurar página”. Nele você pode, dentre outras coisas,”colocar em escala”, ajustando para o tamanho que quiser (querendo dobrar: 200% do “tamanho normal”…).
      De qualquer jeito uma outra solução é imprimir do jeito que está e mandar ampliar numa empresa copiadora…
      Atenciosamente.
      Eugênio.

  69. maythe said

    queria aprender a fazer um maquete de uma cidades é possivel mim ajudar?

  70. danielly said

    como eu vou fazer uma maquete da escola que eu estudo em ?????????????????????????????????????

    • mileumlivros said

      Olá, Danielly. Saudações.
      Olha, fácil não vai ser, mas minha sugestão é a seguinte: procure entre os modelos de prédios que tem nesse blog e na internet toda aquele que mais parecer com o prédio (ou prédios da sua escola). Tente mostrar todo o quarteirão. As ruas que cercam a escola. Faça as adaptações que conseguir fazer (cores, quadras, etc) e pronto.
      Olhe exemplos para inspirar:

      http://cp.c-ij.com/en/contents/2028/03450/index.html

      Vai dar um trabalhão. Mas não deseista!.
      Boa sorte.
      Eugênio.

  71. Alisson said

    Queria reproduzir esta mesma maquete em um trabalho que tenho que apresentar um geografia, achei muito interessante, e também porque é para a Feirocial. Acho que vai ficar excelente se eu fazer igual a este. Então eu só queria umas informações mais detalhadas sobre, ele, por exemplo aonde fica este lugar (nome) e algumas outras informações importantes que eu também poderia colocar, já que irei fazer em grupo. Desde já, agradeço pela sua atenção! (:

    • mileumlivros said

      Olá, Alisson. Saudações.
      Olha, estava ensinando sobre curvas de nível e aproveitei para ensinar os alunos a descrever paisagens através de mapas topográficos. Então criei a paisagem da página que você consultou. É uma área inventada por mim, não existe de fato. Os alunos tinham que citar o litoral, a ilha, nascentes e foz de rios em delta, bacia hidrográfica, divisores de água, rede hidrográfica, declividade e assim por diante.
      Você pode batizá-la com qualquer nome. A escala não pode ser muito grande, pois há nascente e foz em delta o que faz deduzir grande percurso dos rio.
      Precisando de um lugar verdadeiro, que tal a Bacia do Ji Paraná ou mesmo Ouro Preto que estão disponibilizados aqui no blog. Ouro Preto pode parecer difícil mas não é tanto assim. Meus alunos de oitavo ano estão fazendo essa maquete. Fique a vontade para usar qualquer material desse blog.
      Boa sorte!
      Eugênio.

  72. julia said

    como fazer uma legenda explicativa do relevo da região centro oeste

    • mileumlivros said

      Olá, Júlia. Saudações.
      Olha os elementos da legenda, como você sabe, são os elementos que aparecem no mapa, através dela você explica para quem consulta o mapa,o que representa cada elemento desenhado no mapa. A legenda, então, depende do mapa. Não sei de que mapa você fala, deduzo que pode ser um mapa físico ou um mapa com unidades de relevo. O primeiro terá cores e a legenda será mais simples. O segundo terá na legenda os símbolos no mapa, assim, se nesse mapa as chapadas são representadas por linhas negras com franjas verticais, assim aparecerão na legenda.
      À disposição para maiores esclarecimento.
      Eugênio.

  73. CINTIA said

    Olá!!!!Sou estudante de arquitetura e tenho que fazer uma maquete de topografia de um condominio ,tenho em mãos só a area com as medidas e a minha duvida é,como eu faço para passar essa planta para uma escala de 1:500 e os outros procedimentos que devo ter para eu começar o meu trabalho. atenciosamente cintia

    • mileumlivros said

      Olá, Cíntia. Saudações.
      Pelo que entendi você tem o desenho de uma área com algumas medidas, então é desenhá-las na escala pedida (1:500) na qual cada centímetro representa cinco metros. Comece descobrindo a escala do mapa que você já tem. Suponha que você tenha um mapa de escala 1:1000, nele cada centímetro desenha 10 metros, logo essa escala é metade da outra, para passar o desenho nessa escala para a desejada é só dobrar o desenho, que a escala estará sendo dobrada. Se você não tem o mapa mas tem as medidas dos elementos que devem aparecer na planta, obviamente deverá desenhá-los já na escala pedida, assim, uma parede com 5metros de comprimento será desenhado por um centímetro de comprimento. Se se trata de um mapa topográfico, elimine ou crie curvas de nível de forma regular, dependendo se vai aumentar ou reduzir os detalhes (se a nova escala for menor ou maior que a escala dada). Cuidado com o exagero vertical, nas maquetes de áreas reduzidas esses exageros têm que ser mínimos…
      Pensando em algo mais, volto depois.
      Eugênio.

  74. Geovany Dantas said

    Bom dia Eugênio,

    Gostaria da saber qual a escala das imagens representadas acima e qual a dimensão da folha para reprodução (A3, A4 etc.). O isopor a ser utilizado só pode ser o 0,5 cm, pois acredito que o que tenho disponível tenha uma espessura maio? Com sua autorização pretendo utilizar esse exemplo dado.

    Aguardo retorno.

    Att,

    Geovany Dantas

    • mileumlivros said

      Olá, Geovany. Saudações.
      Olha, só para testar de novo e te responder, procedi de maneira a conseguir colocar os modelos no papel . O procedimento foi o seguinte: copiei a imagem do mapa integral (com todas as curvas) e colei no Paint. Configurei a página para a impressão no Paint de tal maneira a caber numa folha A4.
      Na janela”Configurar Página” do Paint escolhi o seguinte – orientação: paisagem; margens: 5 milímetros para todas as quatro (esquerda, direita, superior e inferior); anulei as centralizações e quanto à escala:ajustei para 170% do tamanho normal.
      Tudo isso no Paint.
      Mandei imprimir e deu certinho, ficou dentro dos limites de uma folha A4, com boas margens. Se fizer de modo idêntico para cada prancha (para cada curva) fica perfeito. Utilizei isopor de 0,5 centímetros. Pode até usar maior, mais o exagero vertical vai ficar enorme (a maquete ficará muito exagerada). Fique à vontade para usar tudo do blog. Foi para isso mesmo que postei aqui!.
      À disposição para quaisquer esclarecimentos.
      Um abraço.
      Eugênio.

      • Geovany Dantas said

        Eugênio,
        Agradeço a atenção. No de uma espessura maior (e em função da exagero vertical) a alternativa pode ser ampliar a representação para uma folha maior? Que elementos devo observar se este procedimento for possível?
        Geovany Dantas

      • mileumlivros said

        Olá, novamente.
        Pode sim. Aliás é a melhor solução. Creio que dobrando já ficaria bom. Como não coloquei escala, podemos imaginar uma. Por exemplo 1:500 000 para o original, logo, a ampliação ao dobro ficaria 1:250 000. Essa seria a escala do novo mapa ampliado. Se usar isopor de um centímetro, cada nível de altitude de 200metros (já que as curvas estão de 200 em 200 metros) ficará representado por um centímetro, logo, na escala 1cm:200metros, ou 1:20 000. Essa seria sua escala vertical. Diante de uma escala horizontal de 1:250 000 e uma escala vertical de 1:20 000, temos um exagero vertical de 250000/20000, que é igual a 12,5. Esse é seu exagero vertical. Veja que a maquete exagerará a paisagem verticalmente doze vezes e meia…
        Att. Eugênio Pacceli da Fonseca

  75. Rosangela Reis said

    Essa é a pagina da maquete “Cartografia – Maquete Geografia” onde tem um mapa com rios, com foz em delta, nascentes, divisores de água, afluentes, confluências, bacias hidrográficas?
    Não consigo entrar na pagina do art attak e preciso de uma maquete de um rio, que seja original, me ajuda?

    • mileumlivros said

      Olá, Rosângela. Saudações.
      É essa página mesmo. Veja o mapa todo (tem tudo isso que você falou: divisor de águas, nascentes, rios, etc):

      Depois estão lá também as “pranchas” uma por uma.
      É copiar todas elas do mesmo tamanho, imprimir, colar no isopor. Recortar e colar as peças de isopor umas sobre as outras… Depois é a arte final. Tudo vai explicado: até como colar o papel toalha (ou higiênico) embebido na mistura cola+água, à moda art attak…)
      Atenciosamente.
      Eugênio.

  76. Nicolas Eduardo Bolotto da Silva said

    muito loko

  77. beatriz silva s2 said

    me mostra como posso fazer uma maquete da caatinga atenho trabalho para entregar e não tenho ideia de como fazer

  78. Devin said

    Olá! Trabalho em uma empresa de Maquetes http://www.itaokamaquetes.com.br e adorei a iniciativa, há outros desse tipo disponiveis no site?

    • mileumlivros said

      Olá, Devin. Saudações.
      Há apenas (por enquanto) essas mostradas aqui.
      São maquetes escolares, nada mais.
      Vi os trabalhos de vocês, que são muito bem acabados. Profissionais mesmo! Parabéns.
      Obrigado pelo contato.
      Eugênio.

  79. paulo said

    olá, eu gostaria de saber com fazer o mapa físico da América central.

    • mileumlivros said

      Olá, Paulo. Saudações.
      Olha, bons mapas físicos podem ser encontrados já prontos, inclusive na internet.

      Se o interesse é fazer uma maquete a partir do mapa físico é “só” arranjar um bom mapa físico desse subcontinente e fazer como mostrado nas páginas desse blog.
      Se eu tivesse feito um, postaria aqui. Mas é se encher de coragem e determinação que dá para fazer!
      Att.
      Eugênio.

  80. olá! meu professor de geografia Reginaldo pediu que eu fizesse essa maquete,mas na verdade ñ entendi nada quantas escalas devemos colocar, que cor podemos utilizar pf se puder me responda! atensiosamente; Loren Sant’ana Dias

    • mileumlivros said

      Olá, Lauren. Saudações.
      Olha, você tem que recortar no isopor, ou no E.V.A. prancha por prancha, ou seja, curva de nível. Depois é colar as curvas na ordem correta: as de menores altitudes por baixo e as de maior por cima…
      Quanto à escala: se é um só mapa há uma só escala horizontal. E como é uma paisagem inventada por mim você pode escolher qualquer uma dentro do razoável (nem muito pequena, nem muito grande). Quanto à escala vertical: depende da espesura do isopor ou do EVA. Se usar isopor de 1,0 cm de espessura será: um centímetro valendo 200 metros, ou 1:20 000
      Á disposição para qualquer coisa.
      Abraço.
      Eugênio.

  81. Preciso fazer uma maquete da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco para a 6o ano….por favor mande um modelo

    • mileumlivros said

      Olá, Regina. Saudações.
      Faça a seguinte sugestão.
      Você pode: pegar o mapa do Brasil (pode inclusive ampliar) na página “Maquete do Brasil- como fazer”, fazer a maquete toda, mas deixar colorido apenas a bacia do São Francisco… (o resto do país pode ser coberto com papel toalha, à moda Art Attack da Disney.
      Acho a solução mais fácil.
      Outra coisa que pode ser feita é conseguir o mapa físico de Minas e do Nordeste, em uma mesma escala, depois fazer a maquete com eles. Fizemos assim uma vez há muitos anos, antes de ter esse blog, quando estudava com meus alunos a transposição das águas… Pena que não guardei os moldes…
      Boa sorte. Tudo de bom!
      Att.
      Eugênio.

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