Cartografia Escolar

A cartografia da sala de aula

Cartografia de Estereótipos

Por Eugênio Pacceli da Fonseca (dezembro 2011)

Mapas de estereótipos – Cartografia e preconceito.

arab-winter-january-2012

“E o problema com os estereótipos não é que eles sejam mentira, mas que eles sejam incompletos. Eles fazem uma história tornar-se a única história” (Chimamanda Adichie.O Perigo da Única História).

Contra estereótipos ouçam a excelente palestra da escritora nigeriana Chimamanda no TED:

http://www.ted.com/talks/lang/pt/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story.html

“Olhar os mapas pode ser esclarecedor. Olhar para eles de ângulos novos pode ser ainda
mais esclarecedor. Mas, se você quer libertar a sua mente de todas as idéias preconceituosas e preconcebidas que os planisférios tendem a produzir, provavelmente só terá um remédio: arranje um globo – e mantenha-o
sempre rodando” (Basil Blackwell)

Antes que me perguntem, acho sim que esses mapas podem ser utilizados em sala de aula, não para reforçar preconceitos, mas para denunciá-los e combatê-los. É como utilizar charges e textos (e filmes, e imagens, etc) com cargas de preconceito para que se entenda as origens e melhor se combata o mesmo preconceito. Em muitos casos a visão que um povo tem de outro, por mais estereotipada que seja, sempre nos diz alguma coisa, nem tanto daquele que é julgado, mas principalmente daquele que julga. Pouco podemos fazer se parte dos europeus consideram os estadunidenses idiotas e os texanos em particular mais idiotas ainda. Mas isso nos diz alguma coisa. Por que esse anti americanismo? Quais são suas origens? Por que a dureza com os texanos? Coisas parecidas podemos perguntar sobre outro mapa que aparece aí em baixo: por que os novaiorquinos consideram quase todo restante dos estadunidenses uns caipiras atrasados? O que isso nos diz sobre a dualidade daquele país? A linha Mason-Dixon vale até hoje?

A maioria das pessoas é preconceituosa por excelência. Pense: “como eu definiria, em poucas palavras, os argentinos?” Pois é, a cartografia da arte e da galhofa pode refletir esse preconceito e pode e deve também denunciá-lo. Nessa página vamos fazer isso: mostrar mapas com estereótipos e comentá-los brevemente.

Comecemos pelo mapa abaixo: como os franceses enxergam o mundo:

.Vamos ver como ele surgiu e como já foi analisado um dia:

“Em 1989, o autor sueco Herman Lindquist publica “Relatórios do Reino Médio” que contém o mapa acima. O título do livro é ambíguo, pois se refere ao epíteto bem conhecido por China, que passou a simbolizar a sua insularidade e egocentrismo nos séculos anteriores. Neste contexto, o termo Reino do Meio  pode ser interpretado como uma referência a persistente tendência da França de se ver como um grande jogador no cenário internacional política, econômica e cultural, enquanto na verdade ele é agora uma potência média na melhor das hipóteses – como são todos os outros países europeus separadamente.

Eu não li o livro, mas tive acesso ao mapa. Parece ser um exemplo (raro) de humor auto-depreciativo francês : “O autor diz que o mapa foi produzido originalmente por uma revista francesa chamada Actuel “.

Sr. Hansen, um sueco que vive em França, pode atestar a realidade de algumas das views / preconceitos apresentados no mapa: “A maioria dos franceses realmente acho que há algum tipo de Inverno permanente na Escandinávia (…) Ser Sueco , eu acho que a unidade francesa como um louco, que por sua vez, pensa o mesmo sobre os italianos e, aparentemente, é uma boa idéia para bloquear o carro lá também! “

Algumas outras características de le monde, vu de Paris :

  • Centro do mundo , obviamente, é Paris (que já teve seu meridiano próprio, eventualmente, perdendo para o de Greenwich).
  • Paris está ligada à riviera francesa através da Autoroute du soleil (‘Highway of the Sun “), o sul da França é polvilhado com vinhas .(chamo atenção aqui para as viagens de férias de verão dos franceses, mostradas até por Tati, nas “Férias do Sr. Hulot”)
  • Mais ao sul são “casas de férias” (em Espanha) e “Cleaners” (que, aparentemente, todos vêm de Portugal ).
  • “Nossa princesa provavelmente refere-se a Caroline de Mônaco , o mais extravagante dos vicária republicana francesa realeza. (aqui eu discordo, a princesa é o próprio principado de Mônaco)
  • Córsega um lugar de destaque (como é uma ilha francesa, e o local de nascimento de Napoleão; Sardenha e Sicília não têm tanta sorte).
  • continente italiano evoca uma única reação: ‘feche o carro ” – alusão aos roubos de veículos.
  • Nada acontece ao norte da França : a Escandinávia é atormentado por um “Inverno Eterno”, e a Grã-Bretanha é simplesmente uma “área chuvosa”.
  • Muito espaço em branco para o leste, que começa a sério por trás da Cortina de Ferro.Apenas a Polônia – então no auge da agitação anti-comunista pelos gostos do sindicato Solidariedade – é merecedor de uma menção à parte.
  • Mais a leste são apenas “Gulag” e ” Indochina “- uma ex-colônia francesa, para ter certeza.
  • Japão, surpreendentemente, só é conhecida por suas copiadoras . Ou isso é um olhar sobre reputação do Japão para copiar (e aperfeiçoamento) invenções de outras pessoas?
  • Nova Caledônia, uma dependência bastante pequeno francês no Pacífico, está perfurando maneira acima do seu peso sobre este mapa, muito maior do que a Austrália (só é bom para ‘cangurus’) e Nova Zelândia (“inimigo Nosso ‘, uma referência a sua posição contra ofrancês testes nucleares em Mururoa, outro território francês no Pacífico).
  • Líbia recebe uma menção especial no Norte da África como um “centro de terroristas”, enquanto o resto da metade norte da África é rotulado como “Nossa árabes (pobres)” e “Nossa África”. Grandes partes da área eram de fato parte do império colonial francês .
  • Retratado injustamente pequeno é o resto da África , ou seja, “África Negra”.
  • Beirut , uma outra área com influência colonial francesa, é rotulado como um “mercado Gun”, enquanto seus vizinhos são “Oil árabes”. Não tão pobres como ‘nosso’ árabes, é a implicação aparentemente acusatório.
  • Reunião, na realidade uma ilha relativamente pequena francês no Oceano Índico, é mostrado altamente inflacionados – cerca do tamanho de Madagascar geralmente ocupa em mais mapas realistas.
  • Parisienses visão da América é bastante simples: só há Guiana (Guiana Francesa é um pequeno território francês entre o Suriname eo Brasil, mais conhecido como o local de lançamento de foguetes da Agência Espacial Europeia), Québec (província do Canadá de língua francesa), Louisiana (ex-colônia francesa, agora um estado dos EUA) e, a contragosto, algum espaço para o Canadá e os Estados Unidos”
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Vejam agora os mapas com estereótipos mais divulgados na internet (eles são para venda):

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Analisando o mapa acima, vemos que pelo menos é assim que nós achamos que eles acham. E como a obra é de autoria americana parece que eles pensam assim mesmo. Tirando os palavrões (coisa fácil de fazer com um processador de imagens) podemos usar na sala de aula, para denunciar, a princípio a arrogância do”império”. Calma lá. Já deu para notar em outras passagens que não sou antiamericano. Mas diante de um mapa desse é o que se pode fazer.

O mundo civilizado está lá mesmo nos EUA. O Canadá é de vegetarianos afrescalhados; a Rússia, até hoje, dominada por comunistas. A África é o reino da aids.. O Irã é moradia de satanás. A Índia salva-se pelo curry (tempero). A China não passa de um supermercado e a Antártica terra de áliens!!!

O mapa abaixo revela muita coisa. Trata-se de como os EUA veem os regimes políticos. Notem, em azul, os “ditadores amigos” do norte da África, aqueles que têm caído um após o outro, derrubados pelos ventos da primavera (árabe). O Brasil está lá como problema potencial, já que a esquerda tem ganhado as eleições. Vejam que os países do Hugo Chaves e do Evo Morales estão de preto. Assim como o Irã, que é considerado “anticristo”.Já a Europa recebeu a nota de “boa e velha Europa”:

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Disse que não sou anti americano e não sou mesmo. Se fizéssemos um mapa de como os iranianos veem o mundo, não refletiria mais tolerância. Principalmente para os não muçulmanos xiitas…

Antes de prosseguir digo que esses mapas saíram do site abaixo que vende os mesmos até na forma de calendários.

http://alphadesigner.com/project-mapping-stereotypes.html

Abaixo uma América do Sul em escala maior. O mapa fala por si mesmo. Noto, contudo, que a visão á atualizada, ou melhor, é conjuntural. O Paraguai está lá como um “socialismo católico” pelo fato do presidente ser de esquerda e ter sido clérigo católico. Interessante a Bolívia como a Cuba do Sul e o Equador uma “banana republic”. Olha as Malvinas, uma judiação com os argentinos… (se pensarmos bem o novo nome do Atlântico sul é uma humilhação também para a marinha brasileira).

clique para aumentar

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Algumas referências são incompreensíveis à primeira vista: o que significaria “Chili con Karnay?” Eu simplesmente não sei e nem consegui decifrar. Outras são política pura: o caso da Venezuela como império da mal, que se alia ao Irã (acho que por isso o nome Venzenweelah), assim como o Brasil, tratado como local de comunistas liberais e também amigos do Irã. Vejam que aqui tentam estereotipar o governo que temos. Afinal o PT é esquerda e esquerda para a maioria dos estadunidenses significa comunismo. A loja de um dólar (as famosas lojas de um e noventa e nove) estereotiparia melhor o Paraguai (aqui para nós brasileiros).

“Ah, estereótipos! Ignorantes ou em grande parte verdadeiros? Você decide. Esta cópia se intitula “América em My Book”, retrata um mapa dos EUA com base em estereótipos bobos que qualquer norte-americano está familiarizado. Criado através dos olhos de um californiano, reitera o que já sabemos: Flórida é para idosos, Oregon está cheia de hipsters, Wisconsin faz queijo e New Jersey tem tudo a ver Snooki (ai!).”
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Acho que conhecer um país é também saber como os conterrâneos se tratam. Por exemplo, saberá nosso aluno porque a Flórida é o estado dos idosos? Seria importante saber disso?  Seria importante fazer o aluno refletir sobre os significados mais profundos da linha Mason-Dixon? Eu considero que sim. Quanto mais sutilezas conhecemos, mais compreendemos. O mesmo vale para todos os países que estudamos com nossos alunos em Geografia.
Notem ainda o estado de Utah como a terra dos Mormons e Nevado dos casinos…
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Dentre os estados dos EUA o Texas é sem dúvida o mais citado (falem mal mas falem de mim). Com vocês o mapa texano dos EUA:
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Para agravar a brincadeira o autor ainda faz joguetes de palavras com o nome dos outros estados.
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Aqui a vingança européia: Como os europeus enxergam os Estados Unidos. Notem que quase sempre os mapas com esteriótipos ofendem os habitantes, não o território (que afinal não se ofenderia). Não disse acima que o Texas é o estado mais “retratado”!
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Aqui, com novo destaque para o Texas, de outra autoria, também como os europeus vêem os EUA  (acredito que essa visão se deve ao governo do presidente Bush, que era texano e que se orgulhava dos valores do seu estado. Que valores seriam esses? Esse deve ser o foco da discussão.).
Veja o caso do “YES SIR. YES MA’AM” citado acima (três mapas acima) como significado de TEXAS. Olhem o que um texano disse na internet sobre isso:

I’m Texan, that means I say “Yes sir or ma’am”

“A razão para este post é que eu quero deixar algo bem claro que foi me incomodando por algum tempo até agora. Quando eu ou qualquer outra pessoa do Texas diz que “Sim senhor ou senhora”, mostramos um sinal de respeito e cortesia, e não um sinal de idade. Muitas pessoas com quem conversei, geralmente aqueles do norte, tomam isso como um insulto porque para eles isso significa que elas são velhas.

Isso não é verdade!

Se você foi criado no Texas toda a sua vida, ou no meu caso a maioria da minha vida, você cria um sentimento de orgulho e lealdade ao Estado. Dicas por isso que estamos tão orgulhosos do ” Não suje com Texas “de campanha. Mas, com este sentimento de orgulho vem um conjunto de costumes e uma mostra respeito para os outros. Nós texanos têm orgulho de onde viemos e  de nossas tradições e costumes que nos são tão queridos aos nossos corações. Desde o período que estava na escola primária eu tenho usado “Sim senhor ou senhora.” É uma parte de nós, como o futebol, churrasco, cerveja gelada e a palavra “yall”.

Então, por favor, a próxima vez que alguém do Texas diz que “Sim senhor ou senhora” tomá-lo como um sinal de cortesia e respeito e não um sinal de idade queridos. Eu prometo que  bem e não a intenção de ofender ninguém.”

http://komailmithani.com/my-world/im-texan-that-means-i-say-yes-sir-or-maam/

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Os navaiorquinos também têm sua visão deturpada do próprio país:
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Veja lá, o estado de New York é o melhor lugar do mundo;  já toda costa oeste é domínio dos hippies; o imenso centro, terra dos roceiros, caipiras, incestuosos. Nova Jersey é a terra dos “guidos”…
E qual seria a visão das pessoas do meio-oeste em relação ao restante dos EUA?
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Para variar, os habitantes do local que avalia os demais são as únicas pessoas normais.  Todos os habitantes do Alaska são esquimós; do Hawai são garotas que dançam o hula-hula; todos moradores da Flórida são idosos…
O “conteúdo” da África (seja como for o Sudão ficou ao sul demais):
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Todo um continente resumido em Mandela, Sudão (??), pirâmides e tigres – que sequer existem no continente – onde se vê que os preconceitos têm fortes raízes fincadas na ignorância.
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Agora o mundo estereotipado pelos indianos:

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Fica claro pelo mapa acima, e acho que os sofistas concordam, que “nosso país é a medida de todos os outros”. Veja o  que são os EUA para os indianos: um país que exporta trabalho para a Índia; todo o Sudeste da Ásia não passa de um shopping; quase toda a África é tratada com “mais pobre do que nós” e o Brasil um país do qual os indianos apoiam a seleção de futebol, a cada quatro anos (de novo, o futebol)! A África do Sul um lugar onde Gandhi esteve e onde também se joga cricket. Veja que há uma carga de auto crítica em mapas assim: a Índia é o número um em pensar que é o número um!
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Sempre estudamos em Geografia as diferenças entre a porção norte e a porção sul da Itália. O mapa da Itália feito por um nortista chega a ser muito cruel e muito preconceituoso:
Apesar da enorme carga de preconceito, esse mapa pode ser usado na sala de aula como ilustração da forma de pensar o território da península Itálica que têm os defensores da Liga Lombarda, ou Liga Norte, que como diz a Wikipédia: “Liga Norte (em italiano, Lega Nord) é um partido político, cujo Estatuto está em conflito direto com o art. 5 º da Constituição italiana, formado por uma confederação de movimentos políticos autonomistas de centro-direita que atua sobretudo no norte da Itália…” Em outras palavras os racistas e separatistas do norte só consideram Itália, de Roma para o norte, já a famosa Itália do Mezzogiorno faz parte da África. A pobre coitada da Sardenha é a Berluscônia, afinal lá ocorriam as orgias do famigerado “capo” italiano (o jornal espanhol “El País”  chamou a mansão do Berlusconi na Sardenha de Berluscolândia.)
Obviamente não usaremos o mapa abaixo em sala de aula alguma, pois ele atira para todos os lados. É ofensivo para todos. Para o Brasil nem se fala, terra de vagabundas e favelas. Em alguns casos pegaram leve: a Austrália é o Arkansas com praia. A Antártica, nem se quer foi desenhada e judiaram com os pinguins. Parece que estúpido é o autor dessa obra prima do preconceito entre os povos. Os EUA não são poupados: terra de drogados e ultrarreligiosos. Os países nórdicos são terras de babacas e na China só há porcarias baratas e opressão.
Encontramos até hoje cartões postais com mapas ao fundo. Todos eles tentam representar o estado através de ilustrações que sempre chamam a atenção para o que seriam os pontos fortes do lugar (o que não deixa de ser uma maneira de criar estereótipos nas pessoas):
Vejam que o casebre e o “caçador caipira” estão até hoje caracterizando o Kentucky em filmes hollywoodianos. O famoso “derby de Kentucky”  (mais a tradição de criar cavalos puro sangue) não ficou de fora, nem o algodão…
Claro que as mulheres no Brasil tem todo direito de não gostarem das peças de propaganda do país que as mostrem com poucas roupas.  Vejam os cartões postais da primeira metade do século XX . Assim faziam propaganda das atrações da Flórida – “The Sunshine State”…
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Florida, The Sunshine State Map and Bathing Beauty .
The Sunshine State Maps
Encontrando esses cartões na internet (estilo “vintage” à venda no site: http://www.cardcow.com/c/65679/maps/ ) notei que vem de longa data a megalomania texana:
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Não tenho culpa se a internet é em grande parte estadunidense.  Abaixo um outro mapa da visão de um estadunidense de mentalidade bem resumida.
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Não deixa de ser interessante o Reino Unido como o quinquagésimo primeiro estado dos EUA e a Austrália como uma grande ilha, provavelmente o Hawai…
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Um dos mais interessantes  e sérios (se ´que um mapa com estereótipos possa ser sério) é o que vai abaixo. Notem que tomou a forma de um mapa porque mapas são excelentes maneiras de mostrar sinteticamente informações sobre amplos espaços. Poderia ser apenas uma tabela ou um texto, mas perderia em atratividade. Os mapas de cima mais ainda. Esse, ao que parece, nasceu do Google: o que os povos pensam sobre os países (estou traduzindo ainda). Tenho a impressão que no Canadá, no lugar de “cerveja” o autor queria dizer “urso”, mas usou a palavra “beer”…
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Vou traduzindo o mapa acima aos poucos.
 Mostrando que os brasileiros também sabem ser preconceituosos, eis um mapa de alguém que acha que é assim que pensam os paranaenses:
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Minas é do pão-de-queijo, o Rio do samba e das favelas; todo o centro norte não passa de mato, floresta e índios. Brasília tem o poder de “roubar do Sul para dar ao Nordeste” a Bahia é a terra do axé e da preguiça e o restante do Nordeste são “praias, deserto e vendedores de redes”, já o Paraná, obviamente, é a Europa…
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Vejam que o autor do mapa abaixo reflete os “lugares comuns” sobre os diversos países do mundo:
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Outro mapa grosseiro: Os EUA ocupam o short do Canadá e a Flórida realmente ficou em uma posição difícil..
america canadas shorts
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Os novaiorquinos têm uma grande visão de si mesmos…
The US as seen by a New Yorker (most of us think NYC should be its own independent country, anyway, since we have so little in common with other Merkins. We look at the rest of the country from an anthropological view.)
New Yorkers view of the US
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.Se os novaiorquinos podem ser preconceituosos, os “pescoços vermelhos” também podem:
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redneckmap
Os hermanos argentinos também sabem estereotipar:
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O mundo de acordo com os israelenses:
world-according-to-israel
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Tudo aqui é sério, mas brincar com a primavera árabe, que virou inverno árabe, é cruel:
arab-winter-january-2012
.Esse aí de baixo é contribuição do Francisco José Alves (mais um pouco de preconceito):
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3 Respostas to “Cartografia de Estereótipos”

  1. […] Leia Cartografia dos Estereótipos […]

  2. Francisco José Alves said

    Puxa minha capivara no Facebook https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203662686948600&set=a.1569752444618.2075057.1259693852&type=3 que tem um mapa sobre como os paulistas veem o resto do País.

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