Cartografia Escolar

A cartografia da sala de aula

Maquete das Formas de Relevo

Maquete com montanha, planalto, planície e depressão

Em construção. FINALMENTE ACRESCENTEI A DEPRESSÃO.

Como fazer maquete das formas de relevo, a partir das curvas de nível. Maquete do famoso bloco ilustrativo “montanha, planalto, depressão e planície”. Por Eugênio Pacceli da Fonseca 06/08/2016

Vejam modelo inicial sem a depressão.

https://cartografiaescolar.wordpress.com/montanha-planalto-planicie/

Vejam como ficou com a depressão:

depre Mãe para pranchas com depressão-xcf

montanha planalto planície e depressão com caneta

com a depressão e pintado

 

Fiz uma maquete que contempla estudos com nossos alunos do tema curvas de nível e do tema formas de relevo. Fiz inicialmente sem depressão mas depois, atendendo a pedidos de colegas, acrescentei a unidade da qual tenho birra graças à classificação do relevo do Brasil do Jurandyr Ross (confesso que acho que ela não acrescenta em nada para o entendimento na educação básica do relevo do Brasil. Tenho enormes dificuldades de fazer com que um aluno novo entenda depressão da qual se sai descendo – que é uma contradição em termos, já que de uma depressão deveria se sair subindo… Já manifestei minha insatisfação em vários fóruns, mas sinto falta de fóruns de discussão na internet sobre os estudos do relevo do Brasil. A classificação de J. Ross com suas gigantescas “depressões”e dezenas de unidades de relevo, infestou todos os livros didáticos, como se outras classificações não fossem possível. Depois disso nós professores de geografia simplesmente abandonamos os estudos de relevo. Com aquelas dezenas de unidades e com depressões das quais se saem descendo, realmente não dá. Ninguém diz isso, mas não dá. Quem estuda o relevo da Região Norte e Centro Oeste com as unidades dele. Ninguém! Como sou apenas um professor de escola de ensino fundamental, fica aqui minha queixa para os geomorfólogos do Brasil e que esse debate comece – pelo menos comece!!!!)

Como disse resolvi acrescentar depressão no meu bloco porque todos pediam. Mas acrescentei depressão da qual se sai subindo, como entendo depressões… (veja queixa minha acima em relação à classificação de J. Ross).

Continuando na “filosofia” de cada aluno faz o seu – para analisar, guardar, mostrar, etc – daí faço pequeno e a caneta Bic acima mostra isso (folha A4…).

VAMOS FAZER JUNTOS:

Essa será a fonte das curvas de nível, que como se vê, estão equidistantes por 100 metros.

depre Mãe para pranchas com depressão-xcf

Fiz poucas modificações no meu desenho anterior em que tinha uma elevação e não uma depressão na mesma área. Conclui com rapidez essa maquete, uma vez que apenas desmontei em parte a maquete anterior. Ou seja, faça maquetes com E.V.A. utilizando cola comum para uni-las, pois, é fácil consertar erros, caso ocorram, ou fazer modificações, caso necessário.

Vejam como ficou, depois de tudo.

formas de relevo com depressão

Coloquei uma depressão com um lago ou mar ao fundo dela (à moda Mar Morto). Acho que ficou razoavelmente bom. Vou postar brevemente as pranchas, uma por uma. Vejam que fiz em folha A4 – para efeito de escala coloquei uma caneta Bic:

montanha planalto planície e depressão com caneta ao sol das nove horas ao Sol das 9:00

Montanha planalto planície depressão e lado acho que vou agora cobrir com papel e pintar…

 

Os passos:

Primeiro: imprima o mapa mãe das pranchas e peças, mapa que criei (da minha imaginação e cuja escala estou ainda por definir…). Avise de antemão que a escala é reduzida, sem detalhe. Impeça-o de colocar, lá no final, casa, árvore, animais, bonequinhos, pois na escala em que está isso tudo fica em tamanho mínimo. [Estou pensando em consultar google ou atlas com a foz do Nilo ou do Níger, para a partir do tamanho do delta estabelecer uma escala (mas tenho que me preocupar com a largura do canyon). Aceito sugestãoes.] Trabalhe-o com os seus alunos: mande-os colorir, utilizando as cotas altimétricas (de verde de zero a 200, de amarelo de tanto a tanto); coloque pontos sobre ele e pergunte qual altitude tem cada um. Estabeleça a direção norte (eu fiz como se o mar estivesse ao norte, logo a montanha está ao sul e assim por diante. Você pode mudar a seu bel prazer…) e cobre direções: qual a direção do rio, no seu curso baixo? Se me deslocasse do ponto tal ao ponto tal qual direção estaria tomando, etc, etc. Trabalhe os conceitos de vertentes, inclinação de vertentes, de canyos, de vales, de delta, etc, etc.

Segundo: vamos à maquete. Imprimir as pranchas abaixo, avisando à direção que você vai precisar de papel demais (eu sempre faço em A4 para que os alunos façam individualmente. Mas a escolha é sua). Não esqueça de avisar aos pais em reunião ou por bilhete que eles deverão comprar EVA. Gastei parte de uma azul e duas laranjas, apenas. Pode ampliar e mandar fazer em grupo). Entregar aos poucos aos alunos. No meu caso, início dos trabalhos depois de me esguelhar de tanto explicar e de mostrar o meu protótipo, entrego no máximo três ou quatro pranchas para cada aluno. Peço que usem cola branca e que façam em casa e me mostrem o que fizeram em aula adiante. E assim vou entregando mais quatro ou cinco pranchas por vez, até o fim. O aluno, se quiser vai trazendo e mostrando e eu sugerindo. Garantindo que vai fazendo certo e garantindo assim uma boa avaliação final…

Estou pensando se vou postar aqui todas as pranchas ou apenas as modificadas, pois da prancha 1 até a que corresponde aos 500 metros, as pranchas são idênticas às da maquete sem depressão que está na página indicada cima. As pranchas da montanha também são iguais, só as altitudes mudam porque acrescentem uma prancha a mais no planalto atual maquete. Vou ver o que será melhor. Se tiverem uma opinião, a manifestem. Dá trabalho postar as pranchas uma por uma…

 

Prancha 1- altitude negativa -200 metros de profundidade (azul)

volto depois

 

 

 
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